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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Atividades com livros - Artes


Atividade de autoretrato após a leitura do livro Click Click a máquina maluca do Sr. Olavo

terça-feira, 12 de maio de 2015

Panfleto Informativo: Dengue


 Após lerem o livro: Combate à Dengue os alunos produziram folhetos informativos sobre o tema.

Biblioteca: Elefantes Nunca Esquecem


domingo, 29 de abril de 2012

Dicas para melhorar a leitura


Pais e professores são as pessoas mais influentes na educação das crianças. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

1. Escolha uma hora bem calma

Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

2. Faça da leitura um prazer

A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com as crianças. Tente não fazer pressão se elas estiverem indispostos. Se as crianças perderem interesse, faça algo diferente.

3. Mantenha o fluxo

Se elas pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

4. Seja positivo

Se as crianças dizem algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

5. Sucesso é a chave

Pais e professores ansiosos para que as crianças progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que elas tenham adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-las com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho.

6. Visite a Biblioteca

Encorajem as crianças  a retirar livros na biblioteca pública ou da escola. Leve-as até lá e mostre, com calma, tudo que elas precisam.

7. Pratique regularmente

Tentem ler com as crianças todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia.  Os pais devem assumir esta postura pois, os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

8. Converse com o pimpolho

Provavelmente as crianças tem um dia de leitura na escola. Sempre conversem com elas e façam comentários positivos. Assim a crianças veem que vocês estão interessados em seu progresso e que  valorizam a leitura.

9. Fale sobre os livros

Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre falem com as crianças sobre os livros, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim vocês vão ver como está o entendimento dele e poderão ajudá-las a desenvolver uma boa interpretação.

10. Varie sempre

Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).

Traduzido e adaptado de TopMarks 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Seleção de livros: Faixa etária X características da leitura


1 - 2 ANOS: Idades que a criança não se prende a uma história. O que interessa é o movimento, o tom da voz e o colorido das páginas. Tudo desperta atenção! A leitura mais adequada é frase a frase, de modo solto, curto. Trazer temas da realidade da criança, utilizando palavras simples, próximas ao vocabulário por ela utilizado.


2- 3 ANOS: Despertam interesse as histórias curtas, com poucos detalhes e personagens. A criança vive a história como se fosse real. Tudo tem vida. Consegue fazer interação com os personagens e acontecimentos, com tentativas de explicar e mostrar como são.


3 - 5 ANOS: É o período em que as histórias passam a ser mais elaboradas. É possível contar histórias com maior riqueza de vocabulário, com narrativas simples e de fácil compreensão. A criança ainda se assusta com facilidade, uma vez que não separa completamente realidade e fantasia. É preciso tomar cuidado com o tom de voz, os personagens malvados, fatos mais assustadores. Também é comum a leitura visual de todas as imagens, e a criação da própria história, a partir da seqüência presente no livro, sem se prender muito ao código escrito.


6 - 7 ANOS: É um momento novo. Às vezes, com dificuldade, a criança começa a ler, decifrando o código escrito e apropriando-se do texto. As histórias curtas, com vocabulário simples e usual são as mais indicadas, especialmente sobre assuntos do cotidiano da criança.


8 - 9 ANOS: É a fase das histórias engraçadas, bem-humoradas. Os gibis são ótimos, especialmente quando aliam essas características à questão estética , com um texto leve , de fácil compreensão, de leitura rápida e personagens diversos. A criança nessa faixa, normalmente, já domina a leitura e é capaz de fazer interpretações.

9 - 10 ANOS: Idade do interesse por textos mais longos, histórias mais ricas em personagens, diálogos e situações. Os temas que mais atraem são os de aventura, ficções fantásticas e também histórias reais.

11 ANOS EM DIANTE: O interesse cresce a partir de fatos reais, polêmicos, ligados à temas da realidade social. Há também interesse por grandes aventuras, invenções do mundo moderno e histórias do futuro, incluindo narrativas sobre o fim do mundo.

créditos: Alfabetização e Cia

domingo, 11 de julho de 2010

Histórias


O vovô saiu para horta e plantou um rabanete.
O rabanete cresceu-cresceu e ficou grandão-grandão.
O vovô quis arrancar o rabanete para comer no almoço.
Então ele foi para horta e começou a puxar o rabanete.
Puxa-que- puxa e nada do rabanete sair da terra.
Então o vovô chamou a vovó para ajudar a puxar o rabanete.
A vovó segurou no vovô e o vovô segurou no rabanete.
Puxa-que- puxa e nada do rabanete sair da terra.
Então a vovó chamou a neta para ajudar a puxar o rabanete.
A neta segurou no vó, a vó no vô e o vô no rabanete.
Puxa-que- puxa e nada do rabanete sair da terra.
Então a neta chamou o totó para ajudar a puxar o rabanete.
O totó segurou na neta, a neta na vó, a vó no vô e o vô no rabanete.
E nada do rabanete sair da terra.
Então totó chamou o gato para ajudar a puxar o rabanete.
O gato segurou no totó, o totó na neta, a neta na vó, a vó no vô e o vô no rabanete.
E nada do rabanete sair da terra.
Então o gato chamou o rato para ajudar a puxar o rabanete.
O rato segurou no gato, o gato no totó, o totó na neta, a neta na vó, a vó no vô e o vô no rabanete.
E plop! Arrancaram o rabanete da terra.
_ Eu sou o mais forte! _ Disse o rato.
Entao todos sentaram e comeram o rabanete que era tão grande que deu pra todos e ainda sobrou um pouquinho para a minhoca que passava por ali.