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sexta-feira, 3 de julho de 2015

convite de Festa Junina

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sequência com 3 elementos
Coordenação motora


A Lenda do Saci

É um menino negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha, que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Faz muitas travessuras como esconder as coisas,derrubar sal na cozinha e fazer tranças nas crinas dos cavalos.
Quem conseguir capturá-lo e arrancar seu gorro terá direito a um desejo.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Lenda da sereia Iara


Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Iara e terminaram afogados.
Ela deixa sua casa no fundo das á
guas no fim da tarde. Surge lindamente nas margens dos rios.
Metade mulh
er, metade peixe, cabelos longos enfeitados de flores vermelhas.
Quando canta, hipnotiza os pescad
ores. Um deles foi o índio Tapuia.

Certa vez, pescando, Ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos não conseguia esquecer a voz de Iara.
Numa tarde,
morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
xxxx
Tapuia se jogou no rio e sumiu num m
ergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre.



Sereia com folhas de revistas

PARLENDAS


Era um sapo dentro do saco
um saco com sapo dentro
o sapo fazendo papo

o papo fazendo vento

domingo, 16 de agosto de 2009

Brincadeiras folclóricas

BATATA QUENTE

Como brincar:
As crianças sentam-se no chão, for
mando um círculo. Peça para o jogador mais velho ou um adulto para controlara música, parando de vez em quando. Enquanto a música estiver tocando, todos vão passando a batata de mão em mão, conforme o ritmo da música. Se for lenta, bem devagar; se for agitada, bem depressa. Quando a música parar, aquele que estiver com a batata na mão sairá da brincadeira. Se alguém tentar passar a batata depois que a música parar , também será eliminado. O jogo termina quando ficar apenas um jogador, que será o vencedor.

BARRA MANTEIGA

Brincar é bom, então chame sua turma para participar dessa brincadeira!

Vocês podem brincar de "barra-manteiga" em um quintal, uma praça ou o pátio da escola. O espaço precisa ser dividido em três partes conforme o desenho acima.

As crianças devem ser divididas em duas equipes, sendo que uma equipe fica de frente para a outra. Os participantes de cada equipe ficam um ao lado do outro e com a palma de uma das mãos virada para cima.

As equipes ficam posicionadas nos campos 1 e 3 e o campo 2 é o espaço para correr.

A brincadeira começa quando um participante vai até a equipe adversária e bate com uma mão na mão de um dos participantes da outra equipe. A criança que bateu sai correndo para a sua equipe enquanto é perseguida pelo adversário. Caso o que bateu seja pego passa a jogar na outra equipe.

Vence o time que pegar todos os adversários.


Rosane Volpatto

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A lenda do boi Bumbá

O boi Bumbá é uma das mais ricas manifestações do folclore brasileiro, ou da nossa cultura popular, como preferem outros.
Desenvolve-se em torno da lenda do fazendeiro que tinha um boi de raça, muito bonito, e querido por todos e que, inclusive sabia dançar.

Na fazenda trabalhavam João, que cuidava do boi Bumbá e era casado com Catirina

Catirina fica grávida e sente desejo de comer a língua do boi. João fica desesperado. Com medo de Catirina perder o filho que espera ou que nasça com cara de boi, caso o desejo não seja atendido, resolve roubar o boi de seu patrão para atender ao desejo de sua mulher.

O fazendeiro percebe o sumiço do boi e de João e manda os vaqueiros procurá-los, mas os vaqueiros nada encontram. Então o fazendeiro pede para os índios que ajudem na procur a.

Os índios conseguem encontrar João e o boi, que neste intervalo havia adoecido. Os índios levam João e o boi à presença do fazendeiro, que o interroga e descobre porque ele havia levado o boi.

Os pajés são chamados para curá-lo, e após várias tentativas conseguem curar o boi, que se levanta e começa a dançar alegramente.

Então o fazendeiro perdoa João e tudo termina em festa.







quinta-feira, 13 de agosto de 2009

PARLENDAS


As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Possuem uma rima fácil e, por isso, são populares entre elas. Muitas parlendas são usadas em jogos para melhorar o relacionamento entre os participantes ou apenas por diversão. Muitas parlendas são antigas e, algunas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo.



Pagagaio come milho
periquito leva a fama.
Cantam uns e choram outros
Triste sina de quem ama.


-Um, dois, feijão com arroz,

Três, quatro, feijão no prato,

Cinco, seis, falar inglês,

Sete, oito, comer biscoito,

Nove, dez, comer pastéis.

-Eu sou pequena,

Da perna grossa,

Vestido curto,

Papai não gosta
-Por detrás daquele morro,
Passa boi, passa boiada,
Também passa moreninha,
De cabelo cacheado


-Tropeiro fala de burro,

Vaqueiro fala de boi,

Jovem fala de namorada,

Velho fala que foi.


-Era uma bruxa

À meia-noite

No cemitério

com uma faca na mão

Passando manteiga no pão


-A sempre-viva quando nasce,

toma conta do jardim

Eu também quero arranjar

Quem tome conta de mim


-Batatinha quando nasce,

Se esparrama pelo chão,

Mamãezinha quando dorme,

Põe a mão no coração.


- Homem com homem

Mulher com mulher

Faca sem ponta

Galinha sem pé


- Enganei um bobo

Na casca do ovo!


- Coco pelado

Caiu no melado

Quebrou uma perna

Ficou aleijado


-Uni, duni,tê Uni, duni, tê,

Salamê, mingüê,

Um sorvete colorê,

O escolhido foi você!


- O cochicho

Quem cochicha,

O rabo espicha,

Come pão Com lagartixa


- Rei CapitãoRei, capitão,

Soldado, ladrão.

Moça bonita

Do meu coração


- Fui à feiraFui à feira comprar uva.

Encontrei uma coruja,

Pisei no rabo dela.

Ela me chamou de cara suja


-Dedo mindinho,

Seu vizinho,

Pai de todos,

Fura bolo,

Mata piolho..


- Batatinha quando nascese esparrama pelo chão.

Menininha quando dorme

põe a mão no coração.


- Chuva e sol, casamentode espanhol.

Sol e chuva, casamento de viúva.


- Meio dia, Panela no fogo,

Barriga vazia.

Macaco torrado,

Que vem da Bahia,

Fazendo careta,

Pra dona Maria.


- Papagaio louro

Do bico dourado

Leva essa cartinha

Pro meu namorado

Se tiver dormindo

Bate na porta

Se tiver acordado

Deixe o recado.


- Fui ao botequim Tomar café.

Encontrei um cachorrinho

De rabinho em pé.

Sai pra fora, cachorrinho,

Que eu te dou um pontapé!


-Pinto pelado

Caiu do telhado,

Perdeu uma perna,

Ficou aleijado


- Lá na rua vinte e quatro,

a mulher matou o gato,

com a sola do sapato,

o sapato estremeceu

a mulher morreu

o culpado não fui eu.


-La em cima do piano

tem um copo de veneno

Quem bebeu, morreu

O azar foi seu.-


Agá, agá

A galinha quer botar

Ijê, Ijê

Minha mãe me deu uma surra

fui parar no Tietê

Alô,Alô

O Galo já cantou

Amarelo, amarelo

Fui parar no cemitério

Roxo, roxo,Fui parar dentro do cocho


-Salada, saladinha

Bem temperadinha

Com sal, pimenta e fogo

Um, dois, três.


- Cadê o toucinho que estava aqui?

O Gato comeu

Cadê o gato?

No mato

Cade o mato?

O fogo queimou

Cadê o fogo?

A água apagou

Cadê a água?

O Boi bebeu

Cadê o boi?

Amassando o trigo

Cadê o trigo?

A galinha espalhou

Cadê a galinha?

Botando ovo

Cadê o ovo?

O padre bebeu

Cadê o padre?

Rezando missa

Cadê a missa?

Tá na capela

Cadê a Capela?

Ta aqui.........


-Bão BalalãoBão, babalão,

Senhor Capitão,

Espada na cinta,

Ginete na mão.


-Corre, Cutia,

Na casa da Tia

Corre Cipó

Na casa da Avó

Lencinho na mão

caiu no chão

Moça bonita

Do meu coração


-Um,dois, três-Quem é?

É o padeiro

E o que quer?

Dinheiro

Pode entrarque eu vou buscar

O seu dinheiro

Lá embaixo do travesseiro


-O Macaco foi á feira

Não sabia o que comprar

Comprou uma cadeira

Pra comadre se sentar

A comadre se sentou

A cadeira escorregou

coitada da comadre

foi parar no corredor


- Eu vi um sapo,

na beira do rio,

não era sapão,

nem perereca,

era o (...João) só de cueca


-Pisei na pedrinha,

A pedrinha rolou

Pisquei pro mocinho,

Mocinho gostou

Contei pra mamãe

Mamãe nem ligou

Contei pro papai,

Chinelo cantou.

PARLENDAS

A CASINHA DA VOVÓ
CERCADINHA DE CIPÓ
O CA
FÉ TÁ DEMORANDO
C
OM CERTEZA NÃO TEM PÓ.