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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Teatro para Educação Infantil

TEATRO
A MISSÃO  DAS OVELHAS
NARRADOR: Em um pequeno sítio, viviam vários animais: um cavalo, uma mula, uma vaca, um galo,uma galinha e também um carneiro, uma ovelha e seus filhotes que haviam sido comprados a pouco tempo.
Musica fazendinha
      Seu José, o dono do sítio, cuidava muito bem de seus animais. Ele sabia que cada um era muito importante para o sustento de sua família.
( Música: Melô do galo)
Todos os dias seu José se despertava ao ouvir o galo cantar.
Seu José, se levantava, tomava seu café da manhã e saia para cuidar de seus animais.
SEU JOSÉ-Mais um dia de trabalho duro. Preciso recolher os ovos, alimentar os animais, regar as plantas, para que tudo em meu sítio esteja em perfeita harmonia.
NARRADOR-Cada animal tinha sua função no sítio e todos eram fundamentais para seu José e sua família.
      Os animais conversavam entre eles. Cada novidade era motivo para muitos comentários e eles acabavam, quase sempre brigando uns com os outros.Cada um se julgava melhor que o outro, somente os carneiros não participavam das conversas e das brigas.
( Música: A galinha Magricela)
GALINHA- Esses animais do sítio são todos inúteis, afinal sou eu quem põe os ovos.
( Música: A vaca)
NARRADOR- A vaca ouvindo isso respondeu:
VACA- Ora, sem meu leite as crianças passam fome, por isso sou a melhor e não quero nem ficar perto de vocês.
( Música – Cavalo)
CAVALO- Se não fosse eu, nosso dono além de andar a pé teria que carregar muito peso. Todos os dias eu o ajudo nas atividades do sítio, por isso ele não vive sem mim.
NARRADOR-Ouvindo isso a mula  se aproximou e disse:
( música da mula)
MULA_Bem, se eu não puxar o arado aqui, ninguém come!
NARRADOR- Olhando para os carneiros a mula completou:
MULA:__Piores são os carneiros, que não servem para nada! Só comem o dia todo, não põem ovos, não dão leite, não cantam e também não trabalham.
VACA- Eta família folgada!
GALINHA- É mesmo não servem para nada.
( Música – Carneiro)
NARRADOR- O carneirinho ouviu o que os outros animais diziam de sua família. Muito triste foi para perto de seus pais e preguntou:
CARNEIRINHO- Mamãe, nós, os carneiros, não servimos para nada
NARRADOR- Carinhosamente sua mãe respondeu:
OVELHA- Filho, Deus criou a Terra, o sol, a água, as plantas, os homens, os animais. Tudo foi feito de uma forma tão perfeita, que não existe nada no mundo que não tenha o seu valor.
NARRADOR- Completou seu pai.
CARNEIRO-Todos precisamos uns dos outros.
NARRADOR- Neste momento, a mula que era muito curiosa, já estava ali, com as orelhas em pé, escutando a conversa e ouviu o carneirinho dizendo:
CARNEIRINHO- Mamãe, que nós dependemos da água, das plantas, do sol, eu já sei. Eu só não sei para que servem os carneiros. Eu não quero ser inútil.
NARRADOR- Quando sua mãe ia explicar, chegou seu José. Ele pegou o carneiro e a ovelha e levou-os para o galpão que ficava ali perto. O carneirinho ficou aos berros. Desesperado ele gritava.
CARNEIRINHO- BEÉÉ. BÉÉÉ. Mamãe! Papai! Voltem! Voltem!
NARRADOR-Todos os animais ficaram olhando. Então o cavalo falou:
CAVALO- Bem que a mula falou que eram inúteis...Devem ter sido vendidos...
GALINHA-É mesmo, se não servem para nada é melhor que saiam daqui.
VACA- Não entendo porque vocês perdem tempo com esses aí.
GALO- Vocês vivem brigando. Respeitem a dor do carneirinho e não falem assim perto dele, coitadinho...certamente terá o mesmo fim.
NARRADOR-A mula que tinha escutado a conversa entre os pais e o filhote, falou:
MULA- Não sei, não, acho que nós estamos errados. Eu ouvi uma conversa que me deixou curiosa. É melhor esperar para ver o que acontece.
NARRADOR: Depois de algum tempo, o carneirinho ainda chorava, chamando por seus pais. 
CARNEIRINHO- BÉÉÉ...Mamãe, papai, voltem.
NARRADOR- De repente, a porta do galpão se abriu. Todos os animais olharam para ver o que tinha acontecido. De lá de dentro saíram o carneiro e a ovelha, totalmente pelados. Magros, sem seus pelos, foram imediatamente para perto do filhote.
No pasto gargalhada geral. Todos falavam ao mesmo tempo:
VACA- Olhem só, como são magrinhos! Pareciam ser tão grandes...
GALINHA- Que horror! Pelados!
CAVALO- Nunca vi coisa tão feia!
NARRADOR- A mula então falou:
MULA_ Parem de rir! Vamos lá saber o que aconteceu.
NARRADOR- O carneirinho assustado não parava de perguntar.
CARNEIRINHO-O que foi isso  Porque vocês estão assim
OVELHA- Calma meu filho...Nós estamos bem. Pare de chorar, que eu vou lhe contar tudo.
Filho, nós os carneiros, também temos utilidade. Damos nossa lã e com ela os homens fazem agasalhos, cobertores que os protegem do frio.
NARRADOR- Muito feliz o carneirinho falou.
CARNEIRINHO- Então, nós também somos úteis!
CARNEIRO_ Claro, meu filho! Nosso pelo vai crescer novamente e será cortado muitas vezes e, assim, seremos sempre úteis.
NARRADOR- O carneirinho se virou para a mãe e perguntou:
CARNEIRINHO_ Mamãe nós somos mais importantes que os outros
OVELHA_ Não, meu filho. Somos todos filhos de Deus. Cada um de nós é muito importante no ciclo da vida.  Afinal, ninguém é feliz vivendo sozinho e isolado de todos. Devemos respeitar uns aos outros, respeitar as diferenças e o jeito de ser de cada um, para vivermos em harmonia.
NARRADOR- Os outros animais perceberam o quanto estavam errados. Entenderam que cada um tem sua utilidade e que tudo na natureza tem muito valor. Pediram desculpas ao carneirinho e seus pais e, daquele dia em diante, passaram a se respeitar e viveram muito felizes.

Musica _ Amizade

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Teatro de Primavera - A flor da honestidade


Narrador 1 - Conta-se que na China antiga, um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador.

Narrador 2 - Mas, de acordo com a lei, antes de ser coroado deveria se casar.

Narrador 3 - Sabendo disso, ele resolveu convidar todas as moças da corte e escolher quem seria sua esposa.

Narrador 4 - No dia seguinte, logo pela manhã, todo o reino ficou sabendo do convite do príncipe:

Anunciador 1 - Atenção! Atenção! o príncipe anuncia que receberá, numa celebração especial, todas as pretendentes que desejam ser sua esposa. E neste grande dia,  lançará  um desafio a todas.

Narrador 5 - Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Narrador 6 - Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula: 

Mãe - Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça; eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. 

Filha  - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.

Narrador 7 - À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou o desafio: 

Imperador - Boa noite! Seria realmente impossível escolher entre vocês qual é a mais bela e digna de ser minha esposa. Então darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

Narrador 8 - O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. 

Passaram-se três meses e nada surgiu.

( Falas das jovens do reino)

1)   Já faz três meses que estou cuidando dessa semente e até agora nada aconteceu!
2)   Cuido todos os dias da minha semente. Já troquei a terra, já troquei o pote e até agora nenhum sinal que está dando certo.
3)   Isso é um absurdo! Vou pedir para meu pai contratar o melhor jardineiro que existe e com certeza ele saberá o que fazer.
4)   Eu não vou ficar cuidando desta semente. Já estou cansada. Tenho um plano muito melhor que este de contratar jardineiro.
5)   O tempo está passando muito depressa. Como vou conseguir uma flor? Preciso trazer a mais linda flor que já se viu.
6)   Já que o desafio é trazer uma linda flor, com certeza serei a vencedora. Meu pai é dono da floricultura mais chique da cidade.
7)   Eu não sei mesmo o que fazer, mas é uma questão de honra que a minha flor seja a mais bonita. Eu vou ser a esposa do imperador custe o que custar.
8)   Quanta tolice. Não vou perder o meu tempo em cultivar sementes, tenho lindas flores em casa... Vou para o salão de beleza ficar ainda mais bela.
9)   Vejo que estou a cada dia mais distante do meu sonho, mas não vou desistir dele. Vou continuar cuidando com todo o amor desta minha semente.

Narrador 9 - Ao fim dos seis meses, o príncipe que já estava ansioso para conhecer sua esposa, aquela que dedicou seu tempo para cuidar da semente que ele havia entregue.

Anunciador 2 - Atenção. Atenção. O príncipe receberá,amanhã , em seu castelo todas as pretendentes que aceitaram o desafio para ser sua  esposa. E aproveitando a oportunidade ele convida todos para participar deste dia especial em sua vida.

Mãe _ Minha filha, você se esforçou muito cuidando desta semente. Mas não era para ser! Será vergonhoso você comparecer ao palácio sem uma flor.

Filha _ Mamãe, eu estou consciente do meu esforço e dedicação, vou sim ao palácio, não tenho nada a esconder e posso passar pelo menos alguns momentos na companhia do príncipe. 

Narrador 10 - Na hora marcada, a jovem moça estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.  

Narrador 11 - Todos estavam  admirados, nunca haviam presenciado tão bela cena. Disfarçadamente, todos riam da jovem moça com seu vaso vazio.

Narrador 12 - Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

Narrador 13 - As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

Imperador - Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram queimadas e não poderiam nunca ter germinado. Esta linda moça foi a única que me trouxe a verdade.
(Autor desconhecido)


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Poeisa: Ser pai


Ser pai é amar o filho
desde o momento em que ele é concebido!

É acompanhar a ultra-sonografia,
Transmitindo boas energias!

Ser pai é se desdobrar para deixar
o filho feliz, preocupando-se com a saúde dele desde pequenino.

É estar perto quando nascer o primeiro dentinho
E ajudar a consolar em cada chorinho!

Ser pai é cantar canção de ninar para o filho adormecer.
É contar história para agradar e junto do filho ficar!

Ser pai
É segurar no colo, apertar a mão,
levar para passear,
somando bons momentos que ficarão para sempre na memória!

Ser pai
É ajudar nos primeiros passos,
nas primeiras palavras,
acompanhando as primeiras refeições,
ajudando mais tarde, nos deveres de casa.

Ser pai é dividir com a mãe a responsabilidade da criação.
É ter disposição, vontade e garra para dar educação!

Ser pai é correr pela casa e brincar
com o filho cheio de alegria, dividindo
bons momentos, repartindo a energia,
colorindo o dia a dia e brindando os
momentos importantes de glória!

Ser pai
é doação, exemplo de dignidade,
amor e uma leve preocupação!
Ser pai é benção de Deus, dádiva, compreensão,
Crescimento e purificação!

Antonio Marcos Pires

Piadinhas para o dia dos pais

O filho chega para o pai e diz:
_ Papai, quando eu crescer... quero ser igual a você!
O pai, todo orgulho, pergunta:
_ E por quê, meu filho?
_ Para ter um filho igual a mim!

O pai chama o filho para uma conversa:
_ Sua professora disse que, dos 20 alunos da classe, sua nota é a pior
_ Ora pai, podia ser pior!
_ Como assim!!! Como poderia ser pior garoto?
_ A sala podia ter 40 alunos.



Orgulhoso, Marcelinho mostra o consultório do pai para os amiguinhos da escola. Todos eles param
diante de um esqueleto. Um dos meninos quer saber:
- Onde seu pai arrumou isso aí?
Ele pensa e diz:
- Faz muito tempo que tá aí... Eu acho que foi o primeiro paciente do meu pai!





O garoto pergunta ao pai:
- É verdade que os pais sempre sabem mais que os filhos?
- É verdade - responde o pai.
- Então, me diga, quem foi que inventou o avião?
- Foi Santos Dumont!
- Nesse caso, então porque que não foi o pai dele?

quinta-feira, 22 de março de 2012

O coelhinho fujão



Era uma vez, uma família de coelhos que morava em uma distante floresta. Mamãe coelha, Papai coelho e seus filhos viviam felizes, no entanto, como nem tudo é perfeito, o sétimo filho era um coelhinho que não estava satisfeito com a vida. Constantemente, ele reclamava de tudo e dizia que gostaria de ir embora daquela floresta.

__Eu não gosto dessa floresta! Ela é muito feia! Quero ir embora daqui! Já estou cansado deste lugar!

Os pais do coelho ficavam muito tristes:

__Não faça isso, meu filho, essa floresta é o nosso lar!

__Aqui na floresta você tem tudo de bom e está junto com as pessoas que te amam.

Os seis coelhinhos viviam contentes, passavam o dia brincando, aprendendo a fazer ovos e como já estavam cansados dessa história comentavam entre si:

__Sinceramente, estou cansado dessa história!

__Ah, eu também! Se ele quer ir, por que não vai logo?

__Se ele for embora pelo menos vai parar de brigar conosco!

__É mesmo! Além disso nós amamos e floresta e ele vive falando mal dela! A floresta é nosso lar!

__Sim! Quem sabe assim ele veria como é difícil viver longe de casa e sem amigos?

__É, seria melhor mesmo! Ele precisa entender que a floresta nos dá alimento e moradia!

O tempo foi passando, mas o coelhinho estava cada vez mais insatisfeito. Os pais coelhos faziam de tudo para agradar, variavam a comida e deixavam ele fazer de tudo o que queria, porém nada estava bom.

__Veja, coelhinho, colhi essas cenourinhas fresquinhas ainda há pouco para você!

__Ah, não quero! Essas cenouras. Não aguento mais comer cenouras! Eca!

__Ah, filhinho, veja que folhas quentinhas colhi para cobrir sua caminha!

__Estou enjoado dessa cama, estou cansado desse lugar, estou preso aqui e preciso sair para conhecer outros lugares e pessoas! Aqui é tudo sempre chato e igual!

Até que certo dia quando a família coelho acordou, percebeu que o coelhinho não estava em sua cama.

__Fofinho, branquinho, chamem seu irmão para o café da manhã!

__Mamãe! Mamãe! Ele não está na cama! Ele desapareceu!

Mamãe coelha chorando saiu a procura de seu filho. Papai coelho gritava desesperado a procura de seu filho. Os irmãozinhos sentem falta do coelhinho.

__Foi nossa culpa, nós desejamos que ele fosse.

_ Não demos carinho suficiente, não tentamos convencê-lo a ficar!

A semana se passa, outra semana se passa... e nada do coelhinho, estão todos tristes, cabisbaixos, a casa está triste, a floresta está triste, mamãe e papai coelho estão preocupados:

_ Onde será que está nosso filho?

_ Será que ele está bem.

Não muito longe dali, em uma floresta vizinha estava o coelhinho fujão. Mas, pensam que ele estava feliz? Que nada... lá encontrou problemas ainda maiores, não tinha amigos, não tinha o que comer e nem cama para dormir. E o pior... não tinha coragem de voltar para sua casinha.

Foi então que encontrou quatro pássaros que viviam na floresta onde sua família estava:

_ O que aconteceu com você coelhinho.

_ Você está tão magro, sujo e parece que não dorme há dias.

_ Eu vivia reclamando da minha casa, da minha família, mas percebi que era feliz e não sabia.

_ Volte para sua casa, sua família te ama muito e está muito preocupada com você!

O coelhinho pensou, pensou e logo tomou uma corajosa decisão.

A família de coelhos estava reunida na sala, então, escutam um ruído na porta. Ora, mas que alegria! Se não é o coelhinho fujão que está voltando! Todos correm para abraçá-lo. Então percebem que ele está sujinho, magro, triste. Ele fala:

__Mamãe, papai, irmãozinhos, que bom estar em casa! Que bom ver de novo as pessoas que gostam de mim do jeitinho que eu sou! Me perdoem por não ter dado valor ao carinho de vocês! Quero poder mudar isso e de agora em diante, valorizar tudo de bom que vocês me dão!


Naquele mesmo dia, foi feita uma grande festa com muita cenoura para comemorar a volta definitiva do fujão e todos viveram felizes naquela floresta.

__Que bom, meu filho, porque a Páscoa está chegando! Precisamos ser uma família unida para realizarmos a bela tarefa de entregar os ovos de chocolate e alegrar as crianças!




Adaptado por Angélica do texto original de Magaly Ap. Chiconelli Faria 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Teatro: Dia da avó


S / A / L / V / E / D / I / A / D / O / S / A / V / Ó / S –

atrás de cada cartão estará impressa

S abem por que estamos aqui?
A o vovô e à vovó viemos homenagear:
L ouvamos a Deus por suas vidas,
V amos com todo o carinho os abraçar,
E lês são para nós verdadeiro tesouro!
D ia e noite aos filhos e netos se dedicam,
I ntercedendo a Deus por todos nós.
A mor de Vô e de Vó não tem igual!
D oce ternura vemos no seu olhar,
O caminho certo nos ensinam a trilhar,
S abios conselhos sempre têm para dar.
A o Senhor fazemos hoje esta petição:
V em abençoar todos os vovôs e vovós,
O coração lhes enche de alegria,
S aúde e paz dá-lhes em profusão!



SER AVÓ

Ser avó é sentir felicidade
É conhecer um amor doce, profundo,
É viver de carinho e ansiedade,
É resumir nos netos o seu mundo!
Ser avó é voltar a ser criança,
É fazer tudo pelo neto amado...
É povoar a vida de esperança,
É reviver todinho o seu passado.
Ser mãe é dar o coração, eu creio,
Mas ser avó... que sonho abençoado!!!
É viver de ilusão, num doce enleio,
É viver no neto o amor ao filho amado!

• 1. Qual é o chá?
Qual o chá que se usa na cabeça? (chapéu)
O chá que agasalha ? (xale)
O chá que abre portas? (chave)
O chá da praça? (chafariz)
O chá que é um problema? (charada)
O chá que é um tipo de casa (chalé)
O chá da fábrica? (chaminé)
O chá que fica no campo? (chácara)
O chá que se tem de escolher para votar? (chapa)
O chá que atrai a simpatia/ (charme)

Como está a memória da vovó?

A dirigente diz uma parte de um provérbio popular e algum avô ou avó completa com a outra parte.

Quem não tem cão... caça com gato.
Quando um não quer... dois não brigam.
Quem com ferro fere... com ferro será ferido.
Diga-me com quem andas... e te direi quem és.
Água mole em pedra dura... tanto bate até que fura.
Ri melhor... quem ri por último.
Gato escaldado... tem medo de água fria,
Mais vale um pássaro na mão... do que dois voando.
Quem tem boca... vai à Roma.
Pau que nasce torto... não tem jeito morre torto.
Quem corre cansa... quem não corre alcança.
Antes só... do que mal acompanhado.

Somando os pontos
Chamar à frente os casais de avós presentes e premiar o casal que somar mais pontos nos seguintes itens:
o número de filhos
anos de casamento
botões da roupa (dos dois)
o número de netos
idade de cada um