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domingo, 1 de abril de 2012
Conto de Páscoa
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A princesinha que não sabia brincar

Havia numa floresta, uma aldeia cheia de crianças. Elas brincavam descalças e felizes todos os dias. Pegavam cipó e faziam um balanço! Pegavam meia velha e brincavam de bola e queimada! Com o sabugo do milho faziam uma linda boneca! Com restos de galhos fabricavam carrinhos! Os animais eram seus amiguinhos e podia chover ou fazer sol, elas brincavam até cansar!
Na aldeia existia uma professora que dava aula pra todas as séries. Então ela era amiga de todas as famílias e amava seus alunos. Eles eram crianças muito simples, mas faziam as lições de casa com muito capricho!
Perto da aldeia existia um grande e lindo castelo! Era tão grande que chegava a ser maior que a aldeia. Dentro dele morava uma menina que tinha de tudo. Ela tinha uma caixa cheia de brinquedos e toda vez que seus pais iam pra outra cidade compravam mais brinquedos pra ela. Só que não adiantava, ela não brincava e vivia triste sem saber o motivo. É que a menina não conhecia outras crianças e brincava sozinha. Um dia ela adoeceu e chamaram um médico da capital, o melhor médico pediatra. O médico fez todos os exames e viu que o que faltava pra menina eram amiguinhos.
Ninguem pode viver só - disse o médico!
Então os pais da menina resolveram levá-la pra fora pra que ela conhecesse outras crianças!
Quando chegaram à aldeia, ela escutou de longe as gargalhadas das crianças brincando e viu que elas estavam descalças e ficou com nojo (vocês sabem como é cara de nojo?)!
Mas as crianças nem ligaram e convidaram ela pra sentar no chão e brincar de passa anel! Ela achou engraçado e brincou o dia inteiro, pois era sábado e não tinha aula!
Quando voltou pra casa estava tão feliz que contava tudo de uma vez, qual foi a brincadeira que mais gostou, de como foi ajudada a subir em uma árvore, que comeu fruta no pé (alguém aqui já comeu fruta no pé?)! Pois é... La na aldeia tem muitos pés de laranja, banana, mexirica, fruta-do-conde... E a menina era tão rica, mas nunca tinha comido fruta no pé! Foi dormir, mas não conseguia, pois queria voltar lá no domingo pra brincar!
Quando chegou domingo ela acordou bem cedo, se vestiu e logo pediu aos pais se poderia levá-la pra aldeia, mas os pais fizeram ela tomar um café da manhã primeiro! Quando chegou à aldeia, viu que as crianças estavam indo na direção da igrejinha e ficou intrigada porque elas não estavam brincando, seguiu as crianças e foi convidada a entrar e participar da santa missa! Ela não sabia o que era isso (vocês conhecem alguém que não sabe o que é a santa missa?).
O Padre Tenório explicou bem direitinho que “Deus ama quem dá com alegria”
Que quem tem muito deve dividir com aqueles que têm pouco e ela tinha recebido das crianças da aldeia tudo que elas tinham: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, mansidão, amizade, paz, inocência!
Quando acabou a Missa a menina saiu da igreja e foi correndo pro seu castelo, abriu sua caixa de brinquedos e resolveu doar tudo que ela tinha a mais (coloque em uma caixa desenhos de vários brinquedos repetidos pra as crianças sugerirem pra ela doar). Doou bonecas porque ela tinha muitas, jogos, bolas... As crianças da aldeia ficaram felizes e ela também, porque aprendeu o valor da amizade e conheceu a palavra de Deus, se sentia uma criança feliz!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
teatro para o dia das maes
Se Todas as Coisas Fossem Mãe
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas.O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos.
O mar seria um jardim e os barcos seus carrinhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins.
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins !!!!
Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes.
Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada...
Nossa mãe fada seria.
Se a bruxa fosse mãe, seria uma mãe gozada;
Seria a mãe das vassouras, da família vassourada.
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam boas maneiras.
Cada mãe é diferente. Mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó ou mãe titia, Maria, Filó, Francisca,
Gertrudes, Malvina, Alice.
Toda Mãe é como eu disse!
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta,
arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa...
... Tem até pai que é "tipo mãe"...
Esse, então, é uma beleza !!!!!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
História




















sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O jardim das virtudes

_ Vou até a loja de dona Uxa comprar sementes de flores para cultivar meu jardim.
_O que deseja Ana?
_ Quero comprar sementes de flores para cultivar meu jardim.
_ Tenho muitas aqui. Venha escolher: Brigas, Palavrões, Inveja e Fofoca. Qual você vai querer?
_ Ai não sei! Estou achando um pouco estranho o nome dessas flores.
_ Imagina Ana. Leve todas, seu jardim ficará linda.
Ana saiu contente da loja e foi para casa plantar suas sementes. Logo chegaram suas amigas Bela e Bia.
_ Olá Ana! Acho que seu jardim ficará lindo.
_ Lindo mesmo. Logo voltaremos para ver as cores e sentir o cheiro destas flores.
Ana plantou, regou e cuidou de seu jardim. Mas dali nenhuma flor nasceu.
Bela e Bia voltaram e encontram Ana sentada, triste, à beira da calçada.
_ O que houve Ana?
_ Por que está tão triste?
_ Eu cuidei do meu jardim, mas nenhuma flor nasceu.
_ Ana, deixe-me ver o saquinho de suas sementes: Brigas, Palavroes, Inveja e Fofoca?
_ É por isso Ana! Estas sementes são ruins e não darão flores bonitas e cheirosas.
_ Vamos até a loja de dona Ada, comprar sementes de vida e felicidade.
_ Sejam bem vindas a minha loja, fiquem à vontade para escolher qual semente quer comprar.
_ Amor, amizade, carinho e alegria. Vou levar estas.
Ana voltou para casa. Plantou, cuidou e regou seu jardim. Nasceram flores lindas, cheirosas e coloridas e seu jardim ficou todo enfeitado.
Ana aprendeu que assim como no jardim, em nossos corações também devemos plantar boas sementes.
Angélica Mendes Gonçalves Mira
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
o pato patareco
Perto da casa do Daniel Adalberto tinha um lago com muitos peixinhos
O pato não estava perto das barracas e Daniel continuou procurando seu patinho.
Procurou o dia todo, mas já estava cansado e resolveu ir embora por um caminho mais perto.

sábado, 10 de julho de 2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010
DIVERSIDADE Autora: Tatiana Belinky

Um é magrelo
Um é tranqüilo
Um é ligeiro
Outro é mais lento
Um é preguiçoso
Um é molenga
Um é moroso
Um carrancudo
Um é enfezado
De pele clara
Olho redondo
Cabelo crespo
Um é menino
Um é bem jovem
Tudo é humano,
Cada um na sua
Vamos, venhamos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
LEITURA
O SAPO ESTAVA NA BEIRA DO RIO.
PASSOU O BODE E FALOU:
_ SAPO VOCÊ TEM UMA BOCA GRANDE!
O SAPO RESPONDEU:

_ NÃO. MINHA BOCA É PEQUENA.
E O BODE FALOU:
_ BOCA PEQUENA É A BOCA DO TATU
PASSOU O TATU E FALOU:
_ SAPO VOCÊ TEM UMA BOCA GRANDE!
O SAPO RESPONDEU:
_ NÃO. MINHA BOCA É PEQUENA.
E O TATU FALOU:
_ BOCA PEQUENA É A BOCA DO GATO.
PASSOU O GATO E FALOU:
_ SAPO VOCÊ TEM UMA BOCA GRANDE!
O SAPO RESPONDEU:
_ NÃO. MINHA BOCA É PEQUENA.
E O GATO FALOU:
_ BOCA PEQUENA É A BOCA DO COELHO.
O COELHO CHEGOU FALANDO:
_ VAI GANHAR O BOLO QUEM APAGAR AS VELAS COM UM SOPRO SÓ!
E O SAPO TODO CONTENTE FALOU:
_ ORA...QUEM TEM A BOCA GRANDE SOU EU!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Meu barquinho de papel
João era um menino muito esperto que adorava aventuras, certo dia ele resolveu ir passear pela floresta.
Então, ele foi andando, andando e pela floresta ouvia muitos barulhos, mas o que ele mais gostou foi o barulho do vento ( balançar a folha fazendo o barulho do vento)
Estava Joãozinho refrescando-se embaixo de uma árvore quando surgiu uma borboleta voando e lembrou-se desta música: (dobrar a folha ao meio, segurando pela dobra. Abaixar e levantar a mão, fazendo o papel balançar como se fosse asas de borboleta)
“Borboletinha ta na cozinha
Fazendo chocolate para a madrinha.
Poti, poti, perna-de-pau.
Olho de vidro e nariz de pica-pau”
João gostou muito daquele lugar e achou que seria bem divertido fazer uma casa na árvore e morar por ali mesmo. (dobrar ao meio novamente e colocar ponta com ponta ao meio da marcação dobrada) de:
“ Era uma casa muito engraçada,
Não tinha teto,
Não tinha nada.
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão.
Ninguém podia
Dormir na rede,
Porque na casa
Não tinha parede.
Ninguém podia
Fazer pipi,
Porque pinico
Não tinha ali.
Mas era feita
Com muito esmero
Na rua dos bobos
Número zero”.
(Música e letra de: Toquinho e Vinícius)
Mas a casa era toda desajeitada! Não daria para João morar nela por muito tempo...
Era melhor João inventar outra brincadeira. Ele gostava muito de brincar de soldado e precisou dobrar só mais um pedacinho, outro pedacinho... E ... O que será que apareceu? Olhem só! Um chapeuzinho do soldado! Joãozinho começou a cantar esta música:
Marcha soldado cabeça de papel
Quem não marcha direito vai preso no quartel.
O quartel pegou fogo Francisco deu sinal
Acode, acode, acode a Bandeira Nacional.
Mas o chapéu era muito grande para a cabecinha do João e ele resolveu dobrar mais uma vez, (de um lado, do outro lado)
surgindo assim um chapeuzinho muito pequeno. João ficou muito aborrecido e tentou faze-lo voltar ao mesmo tamanho, mas não conseguiu.
O que conseguiu foi fazer um...
Um barquinho!!!!!
E o Joãozinho ficou feliz da vida. Correu para a praia que ficava ali por perto. No caminho começou uma chuvinha danada e ele tentou enxugar o barquinho com a camisa. Quando acabou de enxugar, largou a camisa e foi embora. Já estava na praia quando notou que estava sem camisa e logo pensou:
__ Epa! Minha camisa! Onde será que a deixei? Vou levar uma surra da minha mãe! Mas agora eu não vou acha-la mesmo e vou apanhar do mesmo jeito! Então eu vou brincar um pouquinho e depois vou para casa!
Usando sua imaginação embarcou no frágil barquinho que navegou, rapidamente, mar a dentro.
Já estava longe, navegando, quando uma tremenda tempestade começou a jogar o barquinho pra cá e pra lá.
Pra lá e pra cá!
Nesse jogo das ondas, o barquinho bateu com a proa no rochedo, partindo-se. (frente)
A tempestade ficou mais forte ainda, continuando a jogar o barquinho que, bateu também com a popa, partindo-se como a proa. (trás)
E o barquinho vira e vai para o fundo do mar, batendo com a ponta da vela que também se parte. Mas o barquinho da vela quebrou de forma redondinha.
E sabem o que aconteceu?
Joãozinho, por causa do cansaço e do calor, havia se abrigado à sombra de uma árvore perto da praia e adormecera. Quando acordou, sua camisa estava ao lado dele.
Onde? Onde está a camisa do Joãozinho?
(Abrir a dobradura e surgirá a camisa do menino.)
Após a surpresa!!! Que será o surgimento da camiseta, vc pode criar atividades utilizando a camiseta (pintar, decorar), as músicas que aparecem no decorrer da história, recontar a história, mas desta vez através da dramatização, do envolvimento das crianças, expressão corporal... use sua criatividade... sua aula vai brilhar!!!
( Adaptei a história da forma que gosto de conta-la)











