quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dia da água









Este ano resolvi trabalhar o dia da água de uma maneira diferente. Confeccionei com os alunos enfeites para os canudinhos e na aula de culinária preparamos deliciosos sucos de frutas.

Barangandão

Os alunos divertiram-se confeccionando o barangandão e também brincando no pátio da escola.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Projeto Corpo Humano



Fizemos uma visita ao laboratório de análises clínicas e os alunos aprenderam um pouco sobre este trabalho.
A mãe de nossa coleguinha Gabriela Motta nos recebeu muito bem. Os alunos também aprenderam com as funcionárias do laboratório e tiveram uma palestra com a fonoaudióloga Mônica.

Parlendas

Finalizando as atividades com parlendas os alunos fizeram uma apresentação para a escola:


Sete, sete são quatorze
com mais sete vinte e um.
Tenho sete namorados
mas não gosto de nenhum.



Fui ao cinema,
nema, nema, nema

Vi um filme chato,
chato, chato, chato

Era de cachorro,
orro, orro, orro

Tinha carrapato,
pato, pato, pato.




Chove chuva chuvisquinho
sua calça tem furinho
Chove chuva chuvarada
sua calça está furada.


Hoje é domingo
Pede cachimbo

O cachimbo é de barro
Bate no jarro

O jarro é de ouro
Bate no touro

O touro é valente
Bate na gente

A gente é fraco
Cai no buraco

O buraco é fundo
Acabou-se o mundo




História






















O coelhinho que não era de Páscoa

Ruth Rocha





Vivinho era um coelhinho. Branco, redondo, fofinho.

Todos os dias Vivinho ia à escola com seus irmãos.

Aprendia a pular, aprendia a correr...

Aprendia qual a melhor couve para se comer.



Os coelhinhos foram crescendo,



chegou a hora de escolherem uma profissão.



Os irmãos de vivinho já tinham resolvido:

- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu pai.

- Eu vou ser coelho de Páscoa, como o meu avô.

- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu bisavô.

E todos queriam ser coelhos de Páscoa,



como o trisavô, o tataravô, como todos os avôs.

Só Vivinho não dizia nada.



Os pais perguntavam, os irmãos indagavam:

- E você Vivinho, e você?

- Bom – dizia Vivinho – eu não sei o que quero ser.

Mas sei o que não quero: Ser coelho de Páscoa.



O pai de Vivinho se espantou, a mãe se escandalizou e desmaiou:

- OOOOOHHHHH!!!



Vivinho arranjou uma porção de amigos:

O beija-flor Florindo, Julieta a borboleta, e a abelha Melinda.



- Onde é que já se viu coelho brincar com abelha?

- Os irmãos de Vivinho diziam.

Os pais de Vivinho se aborreciam:

- Um coelho tem que ter uma profissão.

Onde é que nós vamos parar com essa vadiação?



- Não se preocupem – Vivinho dizia



– estou aprendendo uma ótima profissão.

- Só se ele está aprendendo a voar – os pais de Vivinho diziam.

- Só se ele está aprendendo a zumbir – os irmãos de Vivinho caçoavam.



Vivinho sorria e saía, pula, pulando



para se encontrar com seus amigos.

O tempo passou. A Páscoa estava chegando.

Papai e Mamãe Coelho foram comprar os ovos para distribuir.

Mas as fábricas tinham muitas encomendas.



Não tinham mais ovinhos para vender.



Em todo lugar a resposta era a mesma:

- Tudo vendido. Não temos mais nada...

O casal Coelho foi a tudo que foi fabrica da floresta.

Do seu Antão, do seu João, do seu Simão, do seu Veloso, do seu Matoso,

do seu Cardoso, do seu Tônio, do seu Petrônio, seu Sinfrônio.

Mas a resposta era sempre a mesma:

- Tudo vendido seu Coelho, tudo vendido...



Os dois voltaram pra casa desanimados.

- Ora essa. Isso nunca aconteceu...

- Não podemos despontar as crianças...

- Mas nós já fomos a todas as fábricas. Não tem jeito, não...



Os irmãos do coelhinho estavam tristes:

- Nossa primeira distribuição... Ai que tristeza no coração!...



Vivinho vinha chegando com Melinda.

- Por que não fazemos os ovos nós mesmos?

- É que nós não sabemos.



Coelho de Páscoa sabe distribuir ovos. Não sabe fazer!



- Pois eu sei – disse Vivinho- Eu sei.

- Será que ele sabe? – disse o Pai?

- Ele disse que sabe – disseram os irmãos.

- Ele sabe, ele sabe – disse a mãe.

- E como você aprendeu? – perguntaram todos.

- Com meus amigos. Eu não disse que estava aprendendo uma profissão?

Pois eu aprendi a tirar o pólen das flores com Julieta e Florindo.

E Melinda é a maior doceira do mundo. Me ensinou a fazer tudo o que é doce...



A casa da família Coelho virou uma verdadeira fábrica.

Todos ajudavam: Papai Coelho, Mamãe Coelha e os coelhinhos...

e os amiguinhos também:florindo o beija-flor, a borboleta Julieta e



a abelha Melinda, a maior doceira do mundo.

E era Vivinho quem comandava o trabalho.

E quando a Páscoa chegou, estavam todos preparados.

As cestas de ovos estavam prontas.



E os pais de Vivinho estavam contentes.

A mãe de vivinho disse:

- Agora, nosso filho tem uma profissão.

E o pai de Vivinho falou:

- Cada deve seguir a sua vocação...

sábado, 16 de abril de 2011

Despedida da tia Dani


Tia Angélica!!!

Agradeço pela paciência, pelos ensinamentos e pela disposição em me ensinar!

Este pouco tempo que passei trabalhando ao seu lado foi uma enorme aprendizagem!Sentirei falta de sua criatividade em encarar cada problema, de sua maneira simples e direta de ensinar!

Cada dia, cada minuto, cada conversa , cada conselho ficará guardado para sempre comigo!

Espero que você tenha muito sucesso e sentirei muita falta!!!!

Um Bjo e fica com Deus!!!



Tia Dani, saiba que também aprendi muito com você. Sentiremos sua falta!!!

Boa sorte nesta nova fase. Beijos

domingo, 27 de março de 2011

Como segurar o lápis

Seu filho segura direito no lápis?


O segurar de forma correta no lápis é muito importante, principalmente, na Educação Infantil e nas séries iniciais.

Todo e qualquer hábito bom ou ruim a criança vai desenvolver primeiramente na Educação Infantil.

O pegar corretamente no lápis e a preensão correta ao escrever no papel são importantíssimos para um bom desenvolvimento motor que refletirá diretamente na escrita.

Há muitos exercícios como os de empilhar, rasgar, puxar, empurrar, encaixar e tantos outros que favorecem o desenvolvimento destas habilidades motoras.

Também os exercícios de coordenação motora são muito importantes, pois também trabalham a lateralidade e a noção espacial, decisivas para quando a criança começar a usar o caderno. Se ela tiver uma noção espacial bem desenvolvida em conformidade com a lateralidade a criança saberá se posicionar na linha e nas folhas do caderno.

O pegar corretamente no lápis facilita os movimentos da mão no exercício da grafia. Se o lápis não está devidamente posicionado a mão terá que se esforçar para realizar o movimento e com isso a letra sairá feia e a preensão no papel será muito forte.

Se desde a primeira vez que a criança pegar num lápis ela for orientada o sucesso do “saber segurar o lápis” será muito mais eficaz. Se a criança começar pegando erroneamente no lápis, quanto mais tarde ela for corrigida, mas difícil será de desabituar.

Nos casos da criança chegar nos anos iniciais pegando de forma errada, uma boa sugestão é utilizar o lápis triangular ou o triângulo em EVA que é colocado no lápis perto da ponta e é ali que a criança irá segurar.

Para que serve o lápis triangular?
Os lápis de formato triangular possui um formato anatômico que condiciona a criança a segurar o lápis de maneira correta, centrando os três dedos em três pontos de apoio. Essa característica também auxilia os professores como os pais na hora de alfabetizar a criança. Temos duas modalidades do lápis de cor no formato triangular. O Gigante que é ideal para pré-escolares e o triangular normal, pós pré-escolar.


Qual a diferença do lápis Gigante e do lápis triangular normal?
O lápis Gigante têm um diâmetro mais grosso que o normal, por isso ele é recomendado para crianças na fase pré-escolares, quando seus dedos pequenos ainda não tem a segurança e coordenação motora para segurar o lápis que são de grossura menor. Já o triangular normal é adequado para pós pré-escolar, pois com a prática já adquirida podem facilmente segurar corretamente o lápis triangular de diâmetro normal.

Fonte: Escrito por Cybele Meyer

sábado, 5 de março de 2011


Os três palhacinhos



Os três palhacinhos

Andando lá vão

Pela estrada fora

Até ao portão.



Batem á porta

Não podem entrar

Sai de lá o cão

E põe-se a ladrar:

Ão-ão faz o cão

Miau-mau faz o gato

Gri-gri faz o grilo

Qua-qua faz o pato.



Os três palhacinhos

Não querem fazer mal

Só querem brincar

Quando é Carnaval


Créditos: Bala de Goma

Atividade com palito de picolé



Através desta atividade os alunos seriaram e classificaram por cor e também soltaram a criatividade.

Atividade com quadro de pregas


Esta atividade com o quadro de pregas e alfabeto móvel é bem divertida, as crianças interagem o tempo todo formando palavrinhas.

Teatro sobre o sistema solar






Os alunos ficaram encantados ao estudar este tema.

Técnica de pintura - Natureza Morta




Além de conhecer esta técnica de pintura, estudamos os nomes das frutas e depois nos deliciamos com seu gosto tão bom!!!