Neste blog você encontrará atividades de Educação Infantil: aulas de artes, histórias, peças teatrais, parlendas,músicas, poesias e muito mais...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Alunos do terceiro ano - primeiro dia de aula
Julianna
Ana Beatriz
Gabriela
Bianca
João Vítor
Sofia
Rafael
Davi Noronha
Gustavo
Marcelo
Davi Scarpa
Miguel
João Pedro
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As formigas
Como as formigas surgiram em nosso planeta entre 80 e 140 milhões de anos atrás, só no Brasil existem cerca de 2500 espécies e cerca de 10 mil no mundo – menos nos polos. Como todo inseto, possui três pares de patas e um par de antenas. Elas são insetos que vivem em sociedade e há muito para aprender com a forma como se organizam. No formigueiro, elas se estruturam em grupos (castas), nos quais ocorre a divisão de tarefas. A rainha é fértil e mãe de todos os indivíduos do formigueiro, as operárias cuidam dos afazeres do formigueiro, como limpeza e alimentação, e o macho é responsável pela reprodução.
Para o meio ambiente elas são úteis, pois ajudam na dispersão de sementes, mas para algumas atividades, como a agricultura, podem causar grandes prejuízos e ser consideradas pragas. Existem também as formigas domésticas, que causam transtornos nos lares, pois podem ser vetores de doenças ao entrar em contato com alimentos.
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/106/imprime250388.asp
Para o meio ambiente elas são úteis, pois ajudam na dispersão de sementes, mas para algumas atividades, como a agricultura, podem causar grandes prejuízos e ser consideradas pragas. Existem também as formigas domésticas, que causam transtornos nos lares, pois podem ser vetores de doenças ao entrar em contato com alimentos.
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/106/imprime250388.asp
"A Formiga"
|
As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenina A rosa, um lindo palácio E o espinho, uma espada fina A gota d’água, um manso lago O pingo de chuva, um mar Onde um pauzinho boiando É navio a navegar O bico de pão, o corcovado O grilo, um rinoceronte Uns grãos de sal derramados, Ovelhinhas pelo monte. |
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Como fazer um formigueiro
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Incentivando o gosto pela leitura
Lembrancinha
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Poema: Identidade
Pedro Bandeira
Às vezes nem eu mesmo
sei quem sou.
Às vezes sou
" o meu queridinho",
às vezes sou
"moleque malcriado".
Para mim
tem vezes que eu sou rei,
herói voador,
caubói lutador,
jogador campeão.
Às vezes sou pulga,
sou mosca também,
que voa e se esconde
de medo e de vergonha.
Às vezes sou Hércules
Sansão o vencedor,
peito de aço,
goleador!
Mas o que importa
o que pensam de mim?
Eu sou quem sou,
eu sou eu,
sou assim
sou menino.
Às vezes nem eu mesmo
sei quem sou.
Às vezes sou
" o meu queridinho",
às vezes sou
"moleque malcriado".
Para mim
tem vezes que eu sou rei,
herói voador,
caubói lutador,
jogador campeão.
Às vezes sou pulga,
sou mosca também,
que voa e se esconde
de medo e de vergonha.
Às vezes sou Hércules
Sansão o vencedor,
peito de aço,
goleador!
Mas o que importa
o que pensam de mim?
Eu sou quem sou,
eu sou eu,
sou assim
sou menino.
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c e ç
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Filosofia: Ficha avaliativa de comportamento
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Filosofia: O lago de leite
Em um certo lugar no Oriente, um rei resolveu criar
um lago diferente para as pessoas
do seu povoado.
Ele quis criar um lago de leite, então
pediu para que
cada um dos residentes do local levassem apenas 1
copo de leite; com a cooperação de todos, o lago
seria preenchido. O rei muito entusiasmado esperou
até a manhã seguinte para ver o seu lago de leite.
Mas, tal foi sua surpresa no outro dia, quando viu o
lago cheio de água e não de leite. Em seguida, o rei
consultou o seu conselheiro que o informou que as
pessoas do povoado tiveram o mesmo pensamento:
"No meio de tantos copos de leite se só o meu for de
água ninguém vai notar..." Questionar com as
crianças: Que valor faltou para que a ideia do rei se
completasse? Após a discussão, seria interessante
que os alunos construíssem algo juntos, como por
exemplo: o painel da sala. A sala pode ser decorada
com um recorte que, depois de picotado, forma várias
pessoas de mãos dadas,
como uma corrente.
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Lembrança do primeiro dia de aula
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Juntos
Estamos juntos!
Você e eu... nós...
Algumas horas no dia a dia,
mas juntos...
É o que importa!
Vamos caminhar juntos,
bem juntos, as mãos unidas,
o coração alegre...
juntos, passo a passo.
Aqui, lhe darei amor
a cada instante de união:
- no trabalho
- nas palavras ditas e pensadas
- nas brincadeiras...
Muitas vezes lhe direi "NÃO..."
E guardarei para depois o "SIM"
poderei ficar zangada
e até falar mais alto...
Saiba porém que isto
também é amor
O importante é que
ESTAMOS JUNTOS
E vamos fazer deste ano o MELHOR.
Estou aqui para te ajudar
Pode contar comigo SEMPRE que precisar.
Um abraço,
Professora Angélica
Você e eu... nós...
Algumas horas no dia a dia,
mas juntos...
É o que importa!
Vamos caminhar juntos,
bem juntos, as mãos unidas,
o coração alegre...
juntos, passo a passo.
Aqui, lhe darei amor
a cada instante de união:
- no trabalho
- nas palavras ditas e pensadas
- nas brincadeiras...
Muitas vezes lhe direi "NÃO..."
E guardarei para depois o "SIM"
poderei ficar zangada
e até falar mais alto...
Saiba porém que isto
também é amor
O importante é que
ESTAMOS JUNTOS
E vamos fazer deste ano o MELHOR.
Estou aqui para te ajudar
Pode contar comigo SEMPRE que precisar.
Um abraço,
Professora Angélica
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Teatro de natal
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
O que os pais devem fazer e saber no Início das Aulas - Inicio do Ano letivo
Capriche no material escolar. Livros encapados duram mais; um estojo completo, com lápis apontados e canetas coloridas, pode empolgá-lo para se dedicar às lições.
É necessário que o filhote seja organizado com suas coisas. Peça a ele que arrume a bagunça do quarto após as férias para tornar mais prática a vida escolar.
Não deixe a excitação que acomete os alunos com a possibilidade de rever os amigos e conhecer novos colegas roubar a atenção à volta das responsabilidades.
A rotina acadêmica de seu filho merece atenção: “Nenhuma escola, por melhor que seja, é a única responsável pela educação de uma criança”.
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dicas para os pais
domingo, 18 de novembro de 2012
enfeites de natal
materiais: prato liso tipo Duralex, guardanapo com motivo natalino, tinta p.v.a, tinta craquele, cola branca, verniz spray, suporte para prato.
recorte o desenho do guardanapo
retire o papel branco que fica atrás do guardanapo e cole-o na parte de fora do prato com cola diluida em água. Passe a cola no prato todo.
deixe secar bem.
depois de seco, pinte com tinta p.v.a branca todo o desenho do guardanapo como mostra a figura. espere secar.
passe a tinta craquele no prato todo.
é assim que o prato ficará depois que o craquele secar.
passe tinta p.v.a por cima de todo o craquele.
por último, o verniz spray.
parece difícil, mas não é.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Teatro de Natal
TEATRO:HAVERÁ NATAL PARA O ZÉ?

Haverá natal para o Zé (Teatro)
1a. Cena
Narrador: Zé um dia, ouviu falar no Natal... Não entendeu muito bem o que era...Marcado pela fome, não ajudava a cabeça pensar. Zé não poderia saber o que era Natal, pois morava num barraco, era analfabeto. Zé hoje deseja descobrir o que é Natal.
(Zé caminha e ouve)
Camelô: (Gritando de sua banca) Vende-se boneca que chora e sorri. Canta, fala até 10 frases e anda. Tem também rádio que pisca e até dá faísca. Tem flores cheirosas, só não mais cheirosas por falta de perfume.
Criança: Mãe, eu quero aquela boneca.
Mãe: Não dá minha filha.
Criança: Mas eu quero mãe!
Mãe: Eu não tenho dinheiro, minha filha!
Criança: Eu quero, porque quero (bate o pé e começa chorar)
Mãe: Tá bom. Vou gastar o resto que eu tenho em mais um presente para você, prá você ter de chega de uma vez.
Criança: Obrigado, mãe. Eu sabia que você ia comprar. (Se retiram)
Jovem: Natal deve ser brinquedo, que criança gosta e leva para casa. Eu não tenho brinquedo, então não tenho Natal. ( E segue andando).
Narrador: Coitado do Zé. Não sabe o que é Natal. Mas ainda está à procura do que é Natal. Quem sabe ele consegue descobrir agora.
2a. Cena
Homem bem arrumado: Ó meu amigo! Me fala aí: existe alguém mais arrumado do que eu ?
Amigo: Pode crer que não! Mas onde vai elegante deste jeito?
Homem: Vou comemorar o Natal tomando champanhe e tudo o que tenho direito.
Amigo: Então feliz Natal e boas festas. ( E se retiram).
Zé: Ha, ha! Agora entendi: Natal é bebida e festa, ou será que não? (Pensativo). Eu não tenho festa ou bebida, não tenho Natal! ( E segue andando)
3a. Cena
1o doceira: Fiz tantos doces essa semana .... Fiz pudim, bolo ,merengue, sorvete, brigadeirão, e você o que fez?
2o doceira: Fiz rocambole, brigadeirão, doce chinês, doce-de-leite. Fiz tanta coisa que quase o fogão explodiu.
1o doceira: É bom fazer de tudo um bocado para comemorar o Natal.
2o doceira: Eu concordo, mas amanhã ainda vou fazer aquele churrasco. Até mais! Falta mais um docinho que tenho que deixar pronto. Tchau!
1o doceira: Tchau.
Zé: Agora eu sei, sem dúvida, que Natal deve ser bolo,doces, enfim, muita comida. Eu não tenho boa comida, então eu não tenho Natal! Acho que vou embora, senão vou ficar caduco. ( Segue andando)
Narrador: Zé ainda não descobriu o sentido de Natal e acha que vai ficar louco. Já se sente mal com tanta confusão. Zé já ia embora quando viu uma outra cena que lhe chamou atenção.
4a. Cena
(Um homem e uma mulher arrumando o pinheirinho - da Igreja)
Homem: Vou colocar essa bola, nem que tenho que me espinhar todo. (Faz de conta que se espinha e grita) Ai, dói mesmo!
Homem: Nem posso imaginar Natal sem pinheirinho.
Mulher: No dia que não tiver pinheirinho na nossa casa não vou festejar Natal..
Zé: Vou ligar as coisas. Tem pessoa fazendo compras de Natal, outras se arrumando, outras no doce e agora o pinheirinho. Mas isso tudo vai onde, como e quando?
Narrador: Pobre do Zé... ainda não conseguiu descobrir o que é Natal. Ele não recebe presente, não vai à festa, não tem boa comida, e jamais verá um pinheirinho no seu barraco. Está triste e desanimado. Será que ele vai ficar triste neste Natal?
5a. Cena
(Em cena entra uma turma brincando de roda e cantando)
Amiga: Vamos brincar, turma. Vamos nos alegrar. Hoje é Natal.
Menino: Olha lá turma, um menino está triste. (Amiga e Menino vão ao seu encontro). Por que você está chorando?
Zé: Não tenho alegrias, não tenho nada de Natal, não tenho amigos,...
Amiga: Mas eu posso ser sua amiga e você pode passar o Natal comigo.
Zé: O Natal... Mas o que é Natal?
Amiga: Natal é nascimento de Cristo.
Zé: Mas os presentes, doces, festas, pinheirinhos ...
Amiga: Na minha casa também há doces, pinheirinho, presente,... por ser tradição. Mas o mais importante é não se esquecer que tudo isto existe por causa de Cristo.
Natal de verdade é deixar Cristo nascer e crescer dentro de nós.
Você disse que não tinha ninguém, mas lhe digo que perante Cristo somos todos irmãos. E isto precisamos viver. Quem vive isto tem verdadeira alegria. Vem se alegrar conosco, vamos ter um Feliz Natal juntos! (Se abraçam, brincam e cantam).
1a. Cena
Narrador: Zé um dia, ouviu falar no Natal... Não entendeu muito bem o que era...Marcado pela fome, não ajudava a cabeça pensar. Zé não poderia saber o que era Natal, pois morava num barraco, era analfabeto. Zé hoje deseja descobrir o que é Natal.
(Zé caminha e ouve)
Camelô: (Gritando de sua banca) Vende-se boneca que chora e sorri. Canta, fala até 10 frases e anda. Tem também rádio que pisca e até dá faísca. Tem flores cheirosas, só não mais cheirosas por falta de perfume.
Criança: Mãe, eu quero aquela boneca.
Mãe: Não dá minha filha.
Criança: Mas eu quero mãe!
Mãe: Eu não tenho dinheiro, minha filha!
Criança: Eu quero, porque quero (bate o pé e começa chorar)
Mãe: Tá bom. Vou gastar o resto que eu tenho em mais um presente para você, prá você ter de chega de uma vez.
Criança: Obrigado, mãe. Eu sabia que você ia comprar. (Se retiram)
Jovem: Natal deve ser brinquedo, que criança gosta e leva para casa. Eu não tenho brinquedo, então não tenho Natal. ( E segue andando).
Narrador: Coitado do Zé. Não sabe o que é Natal. Mas ainda está à procura do que é Natal. Quem sabe ele consegue descobrir agora.
2a. Cena
Homem bem arrumado: Ó meu amigo! Me fala aí: existe alguém mais arrumado do que eu ?
Amigo: Pode crer que não! Mas onde vai elegante deste jeito?
Homem: Vou comemorar o Natal tomando champanhe e tudo o que tenho direito.
Amigo: Então feliz Natal e boas festas. ( E se retiram).
Zé: Ha, ha! Agora entendi: Natal é bebida e festa, ou será que não? (Pensativo). Eu não tenho festa ou bebida, não tenho Natal! ( E segue andando)
3a. Cena
1o doceira: Fiz tantos doces essa semana .... Fiz pudim, bolo ,merengue, sorvete, brigadeirão, e você o que fez?
2o doceira: Fiz rocambole, brigadeirão, doce chinês, doce-de-leite. Fiz tanta coisa que quase o fogão explodiu.
1o doceira: É bom fazer de tudo um bocado para comemorar o Natal.
2o doceira: Eu concordo, mas amanhã ainda vou fazer aquele churrasco. Até mais! Falta mais um docinho que tenho que deixar pronto. Tchau!
1o doceira: Tchau.
Zé: Agora eu sei, sem dúvida, que Natal deve ser bolo,doces, enfim, muita comida. Eu não tenho boa comida, então eu não tenho Natal! Acho que vou embora, senão vou ficar caduco. ( Segue andando)
Narrador: Zé ainda não descobriu o sentido de Natal e acha que vai ficar louco. Já se sente mal com tanta confusão. Zé já ia embora quando viu uma outra cena que lhe chamou atenção.
4a. Cena
(Um homem e uma mulher arrumando o pinheirinho - da Igreja)
Homem: Vou colocar essa bola, nem que tenho que me espinhar todo. (Faz de conta que se espinha e grita) Ai, dói mesmo!
Homem: Nem posso imaginar Natal sem pinheirinho.
Mulher: No dia que não tiver pinheirinho na nossa casa não vou festejar Natal..
Zé: Vou ligar as coisas. Tem pessoa fazendo compras de Natal, outras se arrumando, outras no doce e agora o pinheirinho. Mas isso tudo vai onde, como e quando?
Narrador: Pobre do Zé... ainda não conseguiu descobrir o que é Natal. Ele não recebe presente, não vai à festa, não tem boa comida, e jamais verá um pinheirinho no seu barraco. Está triste e desanimado. Será que ele vai ficar triste neste Natal?
5a. Cena
(Em cena entra uma turma brincando de roda e cantando)
Amiga: Vamos brincar, turma. Vamos nos alegrar. Hoje é Natal.
Menino: Olha lá turma, um menino está triste. (Amiga e Menino vão ao seu encontro). Por que você está chorando?
Zé: Não tenho alegrias, não tenho nada de Natal, não tenho amigos,...
Amiga: Mas eu posso ser sua amiga e você pode passar o Natal comigo.
Zé: O Natal... Mas o que é Natal?
Amiga: Natal é nascimento de Cristo.
Zé: Mas os presentes, doces, festas, pinheirinhos ...
Amiga: Na minha casa também há doces, pinheirinho, presente,... por ser tradição. Mas o mais importante é não se esquecer que tudo isto existe por causa de Cristo.
Natal de verdade é deixar Cristo nascer e crescer dentro de nós.
Você disse que não tinha ninguém, mas lhe digo que perante Cristo somos todos irmãos. E isto precisamos viver. Quem vive isto tem verdadeira alegria. Vem se alegrar conosco, vamos ter um Feliz Natal juntos! (Se abraçam, brincam e cantam).
Créditos: Catinho dos professores
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