domingo, 6 de dezembro de 2009














Este ano vai deixar saudades!!!

FOFINHA
SAPEQUINHA
LINDOOOOOO
FOFURA
QUE SORRISO GOSTOSO
PEQUENOS HEROIS
AMIGAS
SAUDADES DA MIKAELLA
SER CRIANÇA É NUNCA DEIXAR DE SER

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Quem somos?

Às vezes somos "Dia"
De repente, somos "Noite"!
Muitas vezes somos "Sim"
Outras vezes ... somos “Não”!
Às vezes somos “Razão”
Outras vezes ... "Emoção"!

Quantas vezes, somos "Chuva"!
Outras ... "Gotinhas d’água"
Somos muitas vezes “Fogo”
Outras vezes, “Só Fumaça”
Até “Verdade” nós somos!
Mas, às vezes ... somos "Farsa"!

Somos também "Água límpida"!
Às vezes ... “Poças de Lama”!
Muitas vezes somos “Ódio”
Outras vezes... somos “Amor”!
Podemos ser o “Perdão”
Ah! Mas também, puro “Rancor!


Às vezes somos "Jardim"
Outras vezes ... só "Deserto"!
Podemos ser uma "Trilha"
E até "Caminho Certo"!
Muitas vezes somos "Livros" ...
Com muitas páginas pra ler!
Mas, podemos ser “Cadernos” ...
Com páginas para escrever!

E assim vamos trilhar ...
Cada etapa do “Viver”
Somos sim ... contraditórios!
Entretanto a nossa “Vida”
Seja longa ... ou seja curta!
É "Valiosa e Especial"!
Concedida por “Deus Pai”
Vamos portanto, vivê-la
Pois vale a pena, afinal!!!
(Maria Marlene)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

19 DE NOVEMBRO

DIA DA BANDEIRA

A bandeira brasileira representa o nosso país. Cada cor tem um significado:

O verde representa as florestas;

O amarelo representa o ouro, as riquezas;

O azul representa o céu, com as estrelas;


O branco representa a paz.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Falando sobre agressividade


A agressividade é um " comportamento inesperado" que preocupa pais e educadores. É tão complexo e com diferentes variáveis que seria muita pretensão querer esclarecê-lo de forma completa.

O que pode ficar registrado, antes de qualquer explicação mais detalhada, é que um comportamento agressivo é construído nas relações e interações com o ambiente.

Não se pode afirmar que as crianças crescem de acordo com um padrão biológico genético, nem que são os adultos que moldam a sua personalidade, porque na verdade já descobrimos que temos alguns comportamentos inatos e outros aprendidos.


O temperamento pode ser definido como a reação que cada pessoa apresenta diante das situações da vida. Esta reação é única em cada indivíduo. A parte inata da personalidade, determinada pelos genes, é o temperamento. O temperamento não está ligado à inteligência.

Cada pessoa, independentemente da idade, nível de inteligência e nível de capacidade física, possui uma tendência natural para responder a estímulos em graus variados, o que se refletirá no temperamento. Daí a importância da combinação entre temperamento da pessoa e seu ambiente físico e social.

Nível de atividade
Agitado ou tranqüilo: algumas pessoas estão sempre calmas, enquanto outras parecem estar em constante agitação.

Humor
Um copo metade vazio ou metade cheio: algumas pessoas nascem otimistas, outras nunca vêem o lado positivo das situações.

Reações
Pavio curto ou tranqüilo: algumas pessoas explodem ou ficam inconsoláveis diante de um problema. Quando tudo corre bem, não há controle da empolgação. Outros já reagem ao mundo com menos intensidade, em situações agradáveis ou não.

Ritmo
Metódico ou não: apresentam variação na regularidade, previsibilidade e consistência nos hábitos pessoais. Extrovertida ou introvertida Primeiras impressões: há pessoas que são mais interessadas do que outras em fazer novas amizades, viajar, realizar novas atividades.

Adaptabilidade
Surpreso ou chocado: mudanças podem deixar algumas pessoas desnorteadas e outras mais cautelosas.

Sensibilidade auditiva
Música ou barulho: algumas pessoas parecem ser mais sensíveis ou menos tolerantes a sons muito altos, barulheira ou outros estímulos auditivos.

Atenção ou persistência
Desiste facilmente ou vai fundo: algumas pessoas se envolvem em um projeto ou idéias e se empenham até o fim, outras desistem mais facilmente quando se deparam com obstáculos.

Capacidade de se distrair facilmente
No mundo da lua: algumas pessoas precisam de paz e silêncio para trabalhar, pois se distraem facilmente. Outras conseguem ignorar as interferências e dar prosseguimento a uma tarefa sem grandes problemas.


Procurar ter em mente que o temperamento da criança é único ajuda a respeitá-la como indivíduo. Conhecendo e compreendendo o temperamento da criança, a convivência é harmoniosa, pois com a assistência dos pais e educadores à criança faz com que ela aprenda a viver em sociedade.

Dessa forma, ela crescerá mais confiante em si mesma, alcançando sucesso e felicidade, principalmente se tiver oportunidade de brincar, trabalhar e viver da sua maneira. Há crianças que desde bem pequenas agridem outras crianças, até maiores, no playground; enfrentam a autoridade dos pais; quando ingressam na escola, não se concentram em nada; gritam, esperneiam por qualquer motivo ou sem motivo, na rua, na escola ou em qualquer lugar; têm crises temperamentais, jogam para longe peças de jogos que não conseguem montar, não querem comer na hora adequada, recusam alimentos e jogam-nos no chão etc.

Quando um adulto, pai ou educador, diante de situações como as descritas, afirmam que a criança é muito difícil, não devem esquecer que criança é muito mais esperta do que aparenta ser e que pode tirar proveito disso. Quando uma criança bate nos pais, não se deve devolver a agressão nem ignorar esse tipo de comportamento. Deve-se dizer com firmeza "Não pode bater".

A agressão desse tipo, principalmente em crianças bem pequenas, mostra que elas estão sobrecarregadas. Só os pais podem dar a oportunidade para que elas se controlem. É importante abraçar a criança, acalmando-a, evitando que ela bata em outras pessoas.

Sempre que perceber que a criança está ficando irritada, é importante distrai la. Crianças nessa fase pensam de maneira bem egocêntrica - tudo gira em tomo delas, e acreditam ser o centro do universo - o que não é egoísmo, mas apenas uma visão limitada do mundo. Recompensar positivamente um comportamento adequado (sem chantagens) é melhor do que repreensões constantes por mau comportamento.

Também pode ser que essas atitudes sejam um reflexo do que está se passando ao redor dela, como algum tipo de mudança no ambiente familiar. Pai e mãe, juntos, devem ter todo cuidado ao educar um filho: começar, desde muito cedo, a implantar regras de comportamento, não como imposição, mas como um processo natural.

A criança deve aprender, ainda bem pequena, até aonde vão seus limites, que existem horários estabelecidos para tudo e que o NÃO deve ser respeitado. Aos pais também cabe aprender até aonde vão os limites de autoridade. Eles precisam respeitar as limitações da criança.

Exigir determinados comportamentos sem que a criança esteja tranqüila, querendo que ela cante, repita frases, conte piadinhas (...) ou simplesmente participe de situações sociais, quando na verdade o que deseja é uma sopinha quente ou uma caminha macia, são situações que não devem acontecer.

Atitudes assim podem desencadear acessos de raiva, pois ás crianças sentem-se frustradas, o que é muito comum. Com o desenvolvimento da linguagem, os acessos diminuem, pois a criança aprende a expressar seus sentimentos. A melhor abordagem de disciplina para crianças bem pequenas é o controle do ambiente.

É importante que as crianças toquem todos os tipos de coisas. Só assim elas vão aprender. É evidente que os cuidados para que a criança não se machuque nem quebre algo de valor são necessários, pois discurso não funciona com elas. Caso os pais não queiram que a criança mexa em algo, simplesmente devem retirar o objeto, colocando o longe do alcance dela. A estratégia dos pais ou educadores vai mudando à medida que a criança amadurece e consegue entender as conseqüências de seus atos.

Mesmo porque disciplinar significa ensinar e não castigar. Por volta dos três anos, três anos e meio, é bastante comum as crianças apresentarem condutas agressivas em relação aos adultos e às outras crianças, com mordidas, empurrões, chutes etc. Nessa fase, podemos afirmar que essa agressividade é essencialmente manipulativa, ou seja, a criança agride os outros para alcançar determinados interesses, por exemplo: para ganhar um brinquedo, para se defender durante a disputa por um objeto, pela atenção exclusiva da educadora ou simplesmente para ser o primeiro da fila. Esse tipo de conduta é a maneira que a criança encontra para controlar o ambiente e satisfazer suas necessidades.

Podemos dizer que a agressividade não é algo próprio da natureza das crianças e sim um tipo de comportamento que tem uma função no desenvolvimento delas. A agressividade não desaparece de uma hora para outra, como num passe de mágica. A criança aprende com os adultos que existem outras formas de se defender e obter aquilo que lhe interessa.

Quando os pais ou educadores esclarecem à criança que não é necessário tirar dos colegas os brinquedos, mas que é possível pedir para brincar com eles ou chegar a um acordo sobre como dividi-los, estão ensinando sobre as ESTRATÉGIAS SOCIAIS, que podem substituir naturalmente condutas agressivas.

Se essas estratégias se mostram eficazes, gradualmente a criança aprende a negociar. Se a família e/ou escolha valorizam e incentivam essas atitudes, aos poucos a conduta agressiva ameniza-se e passa a ser menos freqüente que as outras formas de controlar o ambiente. As brigas e as disputas violentas vão se tornando menos freqüentes com o passar do tempo e eventualmente irão acontecer em situações extremas, como num caso de ofensa muito grave.

Podemos dizer que a agressividade não é algo próprio da natureza das crianças e sim um tipo de comportamento que tem uma função no desenvolvimento delas. Assim como a criança aprendeu determinado tipo de comportamento (bater num colega, porque observou essa atitude em outras pessoas) ela pode substituí-lo por outras condutas.

Quando condutas agressivas tornam-se um padrão freqüente de comportamento e persistem com o tempo, é necessário verificar os motivos e rever o histórico da criança. Juntos, família, escola e demais profissionais envolvidos vão encontrar uma forma de lidar com essas condutas, estimulando a interação e o convívio social, evitando que esses comportamentos possam se transformar em um "problema" mais sério na adolescência e na vida.

Antes de "rotular" uma criança como "agressiva", é preciso pensar: será que a educação que ela vem recebendo não é responsável por essas atuais condutas? Até que ponto o temperamento pode justificar tanta rebeldia? Esses comportamentos apresentados são próprios dessa idade? A criança está bem adaptada à escola? Nasceu um (a) irmãozinho(a)? O casal discute com freqüência na frente dela? Perdemos a consciência de limites? Hesitamos em fazer valer sobre os filhos a autoridade? Temos medo de sermos rejeitados por nossos filhos? A figura paterna está em segundo plano? Filhos não possuem referencial masculino? A palavra de ordem é permissividade? Em que estou errando?

Fazendo um pequeno esforço, é possível nos lembrarmos de histórias sobre a falta de autoridade dos pais em relação aos filhos: crianças que batem nos pais, exigem brinquedos ou alimentos no horário e local de sua escolha, fazem o que têm vontade, xingam os pais e usam e abusam da chantagem. Há uma série de condutas dos pais que podem ser chamadas de "condutas de risco" para o desenvolvimento de padrões agressivos de comportamento nos filhos.

Uma dessas condutas é quando os pais rejeitam a criança, deixando evidente que ela não foi planejada, nem esperada; não é amada ou que ninguém se importa por algo que possa lhe acontecer. Outra conduta é a inconsistência na forma de colocar limites: os pais são permissivos demais, deixando que a criança faça tudo que deseja e, em outras ocasiões, apresentam-se autoritários, inflexíveis, fazendo uso de punições.

A criança sente-se confusa, insegura, impossibilitada de perceber o que é ou não aceitável. Também encontramos alguns pais que estimulam a conduta agressiva, principalmente para resolução de conflitos. Às vezes, a distorção de opiniões ocorre na fase pré-escolar, pois a escola segue uma linha de pensamento e a família outra.

Isso pode trazer conseqüências desagradáveis para a criança. Crianças que assistem a cenas violentas ou são vítimas da violência dos pais podem acreditar que essas atitudes são aceitáveis, julgando tais ações como naturais para lidar com frustração, raiva ou insegurança. Na verdade, toda a violência pode exercer uma influência decisiva no comportamento da criança.


O pai, a mãe e o educador sabem que é possível vivenciar atitudes agressivas, mas nunca esperam que possam fazer parte do histórico de seu filho ou aluno, principalmente nessa fase, como temos constatado. A criança envolvida pode adotar uma atitude de defesa, sentindo-se cada vez mais frustrada por não conseguir o apoio de alguém que poderia ajudá-la e torna-se até mais agressiva.

A violência também é uma preocupação constante entre pais e educadores. Márcio Schiavo, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef coordenou uma pesquisa em que buscava esclarecer o conteúdo dos games preferidos pelas crianças (videogames) ) e o resultado foi preocupante: a maioria dos games faz com que a criança assuma o papel de matador. Muitos defensores desses jogos afirmam que brincadeiras violentas sempre existiram. É preciso deixar claro, porém, que por vezes a criança nem está jogando, apenas acompanhando um adulto ou irmão que se trancam no quarto por horas e chegam a "matar" 400 pessoas.


No entanto, o principal problema é o desenvolvimento do conceito de agressividade sem conseqüências, ou melhor, o conceito de agressão recompensada. Além de não existir por parte dos pais (com raríssimas exceções) nenhuma restrição quanto ao hábito de jogar, seja em relação ao tempo, à freqüência ou ao gênero escolhido, a criança pequena, que ainda não domina o game e admira o irmão, o pai, o tio, vivencia a experiência, acha natural toda exposição à violência.

Devemos educar os filhos para o videogame, assim como os educamos para o computador e a televisão, que também mostra cenas violentas com freqüência, ultimamente as narrativas de seqüestros que acontecem a todo instante em nosso país. A criança precisa estar ciente dos valores de sua família, mesmo porque uma criança, que está em constante desenvolvimento, não pode passar tantas horas em frente a um jogo, em posições geralmente inadequadas à sua postura.

Necessita sim, correr, conversar, brincar, pedalar, jogar bola, atividades que possibilitam novas e significativas experiências. Educar é uma missão complicada, que incorre em erros e acertos, mas vale a pena tentar e insistir, pois a criança percebe o empenho da família e vai superando mais rápido algumas fases críticas de sua vida. Crianças que assistem a cenas violentas ou são vítimas da violência dos pais podem acreditar que essas atitudes são aceitáveis (...)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

DICAS DE PRIMEIROS SOCORROS EM CASA E NA ESCOLA


EMERGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS

Traumas em lábios, língua e gengivas

Em todos os casos, o mais importante é manter a hidratação dos tecidos lesados. No caso de um ferimento limpo, manter a boca fechada para lubrificação através da saliva. No caso de uma região suja, deve-se lavar a região com soro fisiológico utilizando uma seringa.

Em caso de hemorragia, a compressão com gaze é o melhor meio de controlar o sangramento. Pode ser feito um bochecho leve com água e sal. Evite usar água oxigenada, pois ela aumenta a lesão.

Pancada nos dentes

Se o dente estiver muito solto, manter a boca entreaberta, não movimentando o dente abalado. Aplicar gelo e conter a hemorragia, se necessário.

Avulsão de dentes

Quando o dente desprende-se totalmente, deve ser colocado num recipiente com leite, soro fisiológico ou a saliva da vítima, a fim de preservá-lo para reimplante. O dente nunca deve ser lavado ou esfregado. Aplicar gelo e conter a hemorragia, se necessário.

Intrusão de dentes

Quando o dentre entra na gengiva. Não tente remover o dente. Aplicar gelo.

Fratura de dentes

Quando a fratura atinge o esmalte e a dentina não há sangramento do dente, mas quando a polpa fica exposta, aí há o sangramento do dente provocando muita dor. Encaminhar o pedaço do dente ao dentista observando o mesmo procedimento da avulsão. Ocorrendo a fratura da raiz com dente permanente, dá-se a perda total do dente.

Após o primeiro atendimento, a vítima deve ser encaminhada o mais rápido possível ao dentista.

HEMORRAGIA

É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria. Pode ser externa ou interna.

Sintomas
- dor local
- presença de sangue
- pulso fraco e rápido
- pele fria e suor
- sede
- tontura

Conduta
- eleve o membro com sangramento
- comprima o local com pano limpo, procure proteger-se com luvas ou saco plástico nas mãos
- colocar bolsa fria no local da lesão
- manter a pessoa deitada com a cabeça num nível mais baixo que o do corpo
- encaminhar para atendimento médico

HEMORRAGIA NASAL

É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo localizado na região nasal.

Sintomas
- presença de sangue nas narina e garganta

Conduta
- sentar a vítima e inclinar a cabeça para frente
- orientar a vítima para respirar pela boca
- comprimir a narina com dedos de 5 a 10 minutos
- colocar compressa gelada no nariz – na região do septo
- não deixe que a vítima assoe o nariz
- se após esses procedimentos o sangramento persistir, encaminhar para atendimento médico

MORDIDA DE ANIMAIS

É a mordedura provocada por animais.

Sintomas
- raramente provocam grandes sangramentos
- causam deformidade
- propensão à infecção

Conduta
- lavar o local com água corrente e sabão
- proteger o local com pano limpo
- encaminhar para atendimento médico
- se possível manter o animal que mordeu em observação


PICADA DE ANIMAIS PEÇONHENTOS

É a inoculação de veneno de animais no corpo. No caso de inseto, os casos graves são das vítimas alérgicas. Já aranhas, escorpiões e cobras causam maiores danos.

Sintomas
- dor ou coceira no local da picada
- inchaço no local e região próxima
- aparecimento de bolhas
- falta de ar
- tontura
- perda da consciência

Conduta
- colocar gelo nas picadas de insetos, aranhas e escorpiões, mas não nas de cobra
- manter a parte afetada abaixo do nível do coração e a vítima em repouso, para evitar que o veneno se espalhe rápido
- não fazer torniquete
- não sugar a ferida
- encaminhar para atendimento médico

DESMAIO

É a perda momentânea da consciência.

Sintomas
- Tontura
- Visão turva
- Náuseas
- Palidez
- Sudorese

Conduta
- colocar a vítima deitada de costas, as pernas elevadas cerca de 20 a 30 centímetros (não havendo suspeita de lesão na coluna ou cabeça)
- se apresentar vômitos, coloque a vítima deitada de lado
- afrouxar as roupas e colocar pano molhado ou gelado na testa
- encaminhar para atendimento médico


CONVULSÃO

É a movimentação anormal da musculatura do corpo -movimentos involuntários-, com ou sem a perda de consciência.

Sintomas
- Aumento da salivação
- Vômitos
- Descontrole dos esfíncteres
- Inconsciência e queda ao solo
- Palidez intensa
- O corpo é sacudido por movimentos incontroláveis e descoordenados
- Pode haver inconsciência após a crise

Conduta
- colocar a vítima em posição lateral esquerda, de modo que ela não aspire em caso de vômito, e manter a cabeça estendida para trás sem forçar
- não tente impedir os movimentos convulsivos
- afrouxe a roupa
- proteger a cabeça para que não bata no chão
- afastar objetos próximos para que a vítima não se machuque
- não oferecer nada para beber ou comer
- não colocar nenhum objeto na boca
- encaminhar para atendimento médico

A jibóia

Estou ensinando aos poucos esta música, as crianças adoram!!!


A jibóia me falou que está com fome
tá com fome e faz um ano que não come.

Foi falando e foi abrindo a sua goela
e é por isso que não chego perto dela. (bis)

A jibóia me falou que me admira
mas eu acho que ela disse uma mentira.

A jibóia me falou que não quer briga
tá com fome mas quer ser minha amiga.

A jibóia me pediu um grande abraço
ela pensa que eu sou bobo e sou palhaço.

A jibóia me falou que não me aperta
mas eu acho que a jibóia é muito esperta.

A jibóia me pediu uma carícia
mas eu acho que a jibóia tem malícia.

A jibóia me falou que não me engole
mas eu logo respondi que não me amole.

A jibóia tá olhando pro meu lado
e eu não olho pra não ser enfeitiçado.

A jibóia faz um ano que não come
mas comigo ela não mata a sua fome.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ATIVIDADES DE PSICOMOTRICIDADE


Aula 4

Trabalhando com as expressões

Contar uma história e pedir que as crianças dramatizem emoções como: alegria, medo, raiva, birra, susto...

Pose para foto com expressões de dor, medo, tristeza, surpresa...

Música:
Se você está contente bata palmas
Se você está contente bata palmas
Se você está contente com vontade de sorrir
Se você está contente bata palmas

Se você está contente bata os pés
Se você está contente bata os pés
Se você está contente com vontade de sorrir
Se você está contente bata os pés

Bata palmas
Bata os pés

Se você está contente dê risadas
Se você está contente dê risadas
Se você está contente com vontade de sorrir
Se você está contente dê risadas

Bata palmas
Bata os pés
Dê risadas

( Ir acrescentando movimentos enquanto houver interesse)


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Meu barquinho de papel

João era um menino muito esperto que adorava aventuras, certo dia ele resolveu ir passear pela floresta.

Então, ele foi andando, andando e pela floresta ouvia muitos barulhos, mas o que ele mais gostou foi o barulho do vento ( balançar a folha fazendo o barulho do vento)


Estava Joãozinho refrescando-se embaixo de uma árvore quando surgiu uma borboleta voando e lembrou-se desta música: (dobrar a folha ao meio, segurando pela dobra. Abaixar e levantar a mão, fazendo o papel balançar como se fosse asas de borboleta)

“Borboletinha ta na cozinha

Fazendo chocolate para a madrinha.

Poti, poti, perna-de-pau.

Olho de vidro e nariz de pica-pau”

João gostou muito daquele lugar e achou que seria bem divertido fazer uma casa na árvore e morar por ali mesmo. (dobrar ao meio novamente e colocar ponta com ponta ao meio da marcação dobrada) de:

“ Era uma casa muito engraçada,

Não tinha teto,

Não tinha nada.

Ninguém podia

Entrar nela não

Porque na casa

Não tinha chão.

Ninguém podia

Dormir na rede,

Porque na casa

Não tinha parede.

Ninguém podia

Fazer pipi,

Porque pinico

Não tinha ali.

Mas era feita

Com muito esmero

Na rua dos bobos

Número zero”.

(Música e letra de: Toquinho e Vinícius)

Mas a casa era toda desajeitada! Não daria para João morar nela por muito tempo...

Era melhor João inventar outra brincadeira. Ele gostava muito de brincar de soldado e precisou dobrar só mais um pedacinho, outro pedacinho... E ... O que será que apareceu? Olhem só! Um chapeuzinho do soldado! Joãozinho começou a cantar esta música:

Marcha soldado cabeça de papel

Quem não marcha direito vai preso no quartel.

O quartel pegou fogo Francisco deu sinal

Acode, acode, acode a Bandeira Nacional.

Mas o chapéu era muito grande para a cabecinha do João e ele resolveu dobrar mais uma vez, (de um lado, do outro lado)

surgindo assim um chapeuzinho muito pequeno. João ficou muito aborrecido e tentou faze-lo voltar ao mesmo tamanho, mas não conseguiu.

O que conseguiu foi fazer um...

Um barquinho!!!!!

E o Joãozinho ficou feliz da vida. Correu para a praia que ficava ali por perto. No caminho começou uma chuvinha danada e ele tentou enxugar o barquinho com a camisa. Quando acabou de enxugar, largou a camisa e foi embora. Já estava na praia quando notou que estava sem camisa e logo pensou:

__ Epa! Minha camisa! Onde será que a deixei? Vou levar uma surra da minha mãe! Mas agora eu não vou acha-la mesmo e vou apanhar do mesmo jeito! Então eu vou brincar um pouquinho e depois vou para casa!

Usando sua imaginação embarcou no frágil barquinho que navegou, rapidamente, mar a dentro.

Já estava longe, navegando, quando uma tremenda tempestade começou a jogar o barquinho pra cá e pra lá.

Pra lá e pra cá!

Nesse jogo das ondas, o barquinho bateu com a proa no rochedo, partindo-se. (frente)

A tempestade ficou mais forte ainda, continuando a jogar o barquinho que, bateu também com a popa, partindo-se como a proa. (trás)

E o barquinho vira e vai para o fundo do mar, batendo com a ponta da vela que também se parte. Mas o barquinho da vela quebrou de forma redondinha.

E sabem o que aconteceu?

Joãozinho, por causa do cansaço e do calor, havia se abrigado à sombra de uma árvore perto da praia e adormecera. Quando acordou, sua camisa estava ao lado dele.

Onde? Onde está a camisa do Joãozinho?

(Abrir a dobradura e surgirá a camisa do menino.)

Após a surpresa!!! Que será o surgimento da camiseta, vc pode criar atividades utilizando a camiseta (pintar, decorar), as músicas que aparecem no decorrer da história, recontar a história, mas desta vez através da dramatização, do envolvimento das crianças, expressão corporal... use sua criatividade... sua aula vai brilhar!!!


( Adaptei a história da forma que gosto de conta-la)