domingo, 25 de setembro de 2011

Desfile 7 de setembro









sexta-feira, 23 de setembro de 2011

aluno nota 10

Seu filho não leva a escola a sério? Veja como ajudá-lo a se tornar um aluno exemplar

"A falta de motivação entre os alunos é cada vez mais comum",diz a psicóloga Tatiana Lessa. Quando o filho vai mal na escola, a mãe deve estar presente para entender o problema e poder ajudar da melhor forma possível.


Veja as dicas:

1. Ensine seu filho a estudar

Algumas crianças aprendem mais quando leem para si. Outras fazem resumos ou pedem para que alguém leia e faça perguntas. Faça esse teste com seu filho para que vocês dois descubram como ele estuda melhor.

2. Converse

Muitas vezes, as dificuldades de aprendizagem estão relacionadas à parte emocional da criança. O diálogo é importante para descobrir se ela é vítima de bullying, se está estressada ou se os problemas da casa estão afetando sua dedicação aos estudos.

3. Seja parceira da escola

O professor acompanha seu filho todos os dias e pode ajudar a encontrar uma solução. Por isso, nunca faça críticas a ele na frente da criança. A criança sabe quando aquele profissional perde o valor e pode querer enfrentá-lo.

4. Descubra o talento dele

Toda criança tem dificuldade em algumas matérias e facilidade em outras. São as inteligências múltiplas. Peça para seu filho listar suas habilidades, como redação ou matemática. Isso vai ajudar você a desenvolver uma estratégia de estudos que estimule seus pontos fortes.

5. Se for preciso, apele para o reforço

A criança pode estar com dificuldade em alguma matéria por falta de conhecimentos básicos. Verifique essa possibilidade com o professor e, se necessário, peça reforço na própria escola ou com um amigo.

6. Dê autonomia

Não seja superprotetora. Se você incentiva seu filho a ser responsável e a ter disciplina com pequenas tarefas, como separar a roupa suja em casa e cuidar do bicho de estimação, estudar não vai ser um fardo tão grande, pois ele já estará acostumado. Dessa forma, ele ficará preparado para desafios maiores, como o vestibular.

7. Cobre

Veja se seu filho está cumprindo os horários e mostre que você está de olho. Elogie quando ele se comportar bem e o discipline caso descumpra o acordo.

8. Elogie

Se os pais não acreditam nos seus filhos ou não demonstram isso, os pequenos deixam de acreditar no próprio potencial. Uma criança com a autoestima elevada pelas conquistas na escola se sente estimulada a continuar estudando.

9. Incentive a prática de esportes

A falta de uma atividade física pode levar a criança a gastar energia de forma negativa, como tumultuar a sala de aula.

10. Estimule a alimentação saudável

Seu filho come antes de ir para a escola? Estudar sem se alimentar direito pode prejudicar a memória e a atenção durante as aulas. Beber pouca água também pode causar sonolência.


créditos: Educação e suas especificidades

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

reportagem

Filhos autônomos, filhos felizes
(Cris Poli – Super Nani)

Os pais criam os filhos autônomos quando lhes ensinam aquilo que
precisa ser feito, da maneira que acreditam ser correta, capacitando-os para a
vida e não os abandonando à própria sorte. Não é preciso se preocupar com o
momento de solta-los, pois eles mesmos caminharão com as próprias pernas
para fazer tudo o que lhes foi ensinado.
Quando for cobrar, verifique o que foi assimilado e complete com as
orientações que ache que ficou faltando.
Entretanto, tenha isso em mente: a base para desenvolver a autonomia
está em ensinar a seus filhos os valores que você acredita serem corretos e
estabelecer regras convenientes. E também deixar claro aquilo que espera
deles.
Pais capacitados a educar os filhos sabem dar responsabilidade a eles,
sabem até onde podem exigir deles, e não exigem nem mais e nem menos que
isso; não extrapolam e nem se omitem e têm a autoridade para impor a
disciplina necessária. Se você deseja ser um bom pai ou uma boa mãe, deve –
e pode – aprender a fazer tudo isso.
Um casal só se capacita na tarefa de ser pai e mãe por meio de muito
diálogo, muito interesse, muita paciência e determinação. O resultado sempre
vale a pena.
Os pais têm que ter autoridade. Ela é conquistada com respeito,
posicionamento, valor e determinação. As crianças reconhecem alguém com
autoridade e obedecem a voz de comando.
Deixar os filhos à vontade para fazer o que quiserem torna-os inseguros,
sem rumo e infelizes.
Senão há quem as oriente e as controle, as crianças, em geral, ficam
perdidas, não sabem o que fazer. Quando isso acontece, está aberto o
caminho que possivelmente levará seus filhos a tornarem-se crianças-problema.
A bíblia diz que os nossos filhos são como flechas na mão do arqueiro.
Você precisa saber para onde as atira, pois, se as jogar ao acaso, sem mirar,
elas irão parar em qualquer lugar, e, em geral, nunca vão para o lugar que você
gostaria.

reportagem

O Novo Professor


O poder da comunicação


Josiane Benedet


A comunicação é muito mais do que o simples ato de falar, é um universo com poderosíssimas ferramentas que você, professor, pode usar no dia-a-dia para melhorar a qualidade do seu trabalho. Mas, afinal, o que engloba o universo da comunicação? Segundo o Dicionário Aurélio, “comunicação é o ato ou efeito de comunicar(-se). Emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual”. Ou seja, além da fala, as expressões corporais, o olhar, o silêncio e a maneira de se vestir também são formas importantes de se comunicar.

Mais do que falar durante a aula inteira e passar o conteúdo, o professor precisa conquistar a atenção do aluno, e, para que isso aconteça, é importante utilizar todas as formas que a comunicação oferece.

Comunicação verbal
A voz é a grande ferramenta para a comunicação verbal, no entanto, quando usada de forma inadequada, pode trazer prejuízos na qualidade do trabalho e problemas de saúde. Para a fonoaudióloga Patrícia Balata, a voz pode influenciar no desenvolvimento da aula. “Um professor cuja voz está rouca, cansada ou abafada, poderá causar um desestímulo e, às vezes, uma certa irritabilidade no aluno”, afirma. Segundo ela, isso depende do grau da alteração e da freqüência com que ocorre, mas que tanto o professor quanto o aluno sofrem com a situação. “O primeiro, por ter seu instrumento de trabalho comprometido e ineficiente, e o segundo, por ter seu ministrante, muitas vezes, estressado com o problema”.

O tom de voz é uma característica própria de cada pessoa e deve ser explorado nas modulações, ou seja, dar ênfase correta às palavras para que transmitam a intenção do que deseja destacar. O ritmo também é um aspecto da personalidade. “Normalmente, as pessoas mais ansiosas tendem a falar rápido, enquanto as mais retraídas falam lentamente”, explica Patrícia. No entanto, no exercício da profissão, é contra-indicado os extremos. “Nem muito lento, nem muito rápido”, completa. Para que o ritmo fique apropriado, as palavras devem ser faladas de forma bem articulada e sem exageros. O professor também deve cuidar com os excessos de pausas, pois uma aula assim torna-se cansativa.

Dicas:
• Evite a monotonia da voz usando ênfases e articulando corretamente as palavras.
• Beba bastante água antes, durante e depois das aulas.
• Dinamize a aula com recursos metodológicos interessantes que façam dos alunos elementos ativos e participativos. Assim você poupa a sua voz e explora as habilidades deles.
• Evite competir com os alunos quando a sala estiver barulhenta. Às vezes, o silêncio comunica e exige mais do que um grito.

O corpo também fala
A comunicação não verbal, ou seja, a expressão corporal, as atitudes, o silêncio e o vestuário são tão importantes quanto a comunicação verbal. "O professor não é um animador de auditório, mas deve ser um bom comunicador", diz Thelma Rodrigues dos Santos, professora e atriz graduada em Artes Cênicas. Quando participou de um curso para desenvolver a criatividade em sala de aula, Thelma percebeu que seus colegas tinham um certo bloqueio para participar das atividades. "A partir dessa dificuldade notada entre os professores, comecei a pensar no que poderia contribuir para melhorar a comunicação desses profissionais e idealizei o curso ''''Professor, o ator da sala de aula'''' ". Essa capacitação para educadores é realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Estudos Pessoais e Profissionais – IBEPP.

Segundo Thelma, o primeiro passo é o conhecimento de si próprio e a aceitação do seu corpo. Ela explica que geralmente na infância, os pais chamam a atenção das crianças usando termos como “fique quieto”, “não faça isso”, “não faça aquilo”. Inconscientemente, essas crianças, quando adultas, ficam bloqueadas. “Daí as pessoas dizem que não sabem porque ficam tensas diante de outras pessoas”. A partir do momento que o professor conseguir se expressar melhor e usar o corpo como ferramenta, será beneficiado não só no seu trabalho, mas também na sua vida pessoal. "Ele vai aliviar as tensões, vai ficar mais espontâneo e terá maior domínio de suas ações", diz Thelma.

Conhecendo o seu público
Como os palestrantes, que antes de iniciar o discurso procuram conhecer o público para o qual irão falar, os professores também precisam saber qual é o universo de seus alunos. É importante conhecer hábitos, manias, gostos e o perfil da turma para se comunicar melhor com ela. No livro A Magia da Comunicação, o médico e palestrante Dr. Lair Ribeiro afirma que cada estudante tem uma maneira diferente de prestar atenção na aula. Para os alunos que percebem mais o movimento, o professor precisa andar de um lado para o outro da sala e fazer com que eles participem da aula. Alguns alunos prestam mais atenção nos sons, então o educador tem de alternar o ritmo e o tom da fala e se expressar claramente. E para aqueles que são visuais, o professor tem de usar o quadro, apresentar slides e gesticular. “Os melhores professores são aqueles que usam as três linguagens na comunicação com os alunos”, diz Lair Ribeiro.

Melhore o seu poder de comunicação em sala de aula Você pode buscar recursos como aulas de dança, teatro e outras atividades corporais para melhorar a sua comunicação, mas pode também começar a tomar simples atitudes que irão ajudá-lo. A professora e atriz Thelma Rodrigues dos Santos, em parceria com o diretor teatral Zauri Duarte de Liz Júnior, elaborou algumas dicas para ajudar os professores a se comunicarem melhor com seu público-alvo: os alunos. Leia com atenção e coloque-as em prática:

• Caminhe com serenidade e determinação. Sua atitude confiante inspira respeito e credibilidade.
• Mantenha sua coluna ereta. Você ficará mais elegante e sua voz sairá com mais clareza.
• As mãos devem ficar ao longo do corpo ou descansadas acima da linha da cintura, para estarem mais próximas do gesto. Não fique brincando com objetos.
• Mantenha um ritmo em seu movimento: movimente-se, pare, fale, movimente-se.
• Quando for ler algo, olhe 50% do tempo para o papel e 50% para os ouvintes. Neste caso, a sua voz, gestos, e fisionomia devem ser mais expressivos para que a atenção dos alunos não disperse.

Olhe para os alunos. O contato visual é muito importante. Passeie o olhar, olhando para todos. Olhe nos olhos dos alunos e não para a testa ou por sobre as cabeças.
• A face deve transmitir interesse, simpatia, entusiasmo e alegria.
• Os olhos devem estar impregnados de sentimentos e emoção. O que você fala deve ser transmitido através deles.
• Sorria sempre, mas com o coração. O sorriso abre espaço para a amizade e a fisionomia alegre contagia o ambiente. Quando você sorri, está dando liberdade para seus alunos sorrirem também.
• Quando há grande distância entre o professor e a última fila da sala de aula, a movimentação e os gestos devem ser mais amplos.
• Busque a expressividade. Quanto mais expressivo o professor, maior o carisma.
• Seja bem humorado. Um toque de humor deixa o ambiente menos formal e cativa os alunos. Quando o professor "brinca", os alunos relaxam e se sentem mais próximos, gerando uma atmosfera amistosa.

No teste abaixo você conseguirá detectar o canal predominante da sua comunicação:
1. Eu gostaria de fazer este teste:
a) por escrito
b) verbalmente
c) realizando tarefas

2. Para me agradar é só me dar algo:
a) bonito
b) sonoro
c) útil

3. Eu tenho mais facilidade em recordar nas pessoas:
a) a fisionomia
b) o nome
c) as atitudes

4. Aprendo mais facilmente:
a) lendo
b) escutando
c) fazendo

5. Atividades que mais me atraem:
a) fotografia/pintura
b) música/oratória
c) escultura/dança

6. Na maioria dos momentos, eu prefiro:
a) observar
b) escutar
c) fazer

7. Recordando os momentos felizes, vêm-me à mente:
a) as cenas
b) os sons
c) as sensações

8. Durante as férias, gosto de:
a) visitar lugares bonitos
b) repousar em lugares silenciosos
c) participar de atividades físicas

9. Valorizo nas pessoas, principalmente:
a) a aparência
b) o que elas dizem
c) o que elas fazem

10. Acho que alguém gosta de mim quando:
a) dá presentes
b) faz elogios
c) tem atitudes positivas comigo

11. Das três ações seguintes, prefiro:
a) focalizar
b) sintonizar
c) movimentar

12. Valorizo mais:
a) o aspecto
b) o ritmo
c) a coordenação

13. Meu carro preferido é:
a) charmoso
b) silencioso
c) confortável

14. Quando estou interessado em algo, procuro:
a) olhar bem
b) ouvir com atenção
c) participar

15. Para decidir, utilizo mais:
a) o que vejo
b) o que escuto
c) o que sinto

16. O que mais me incomoda:
a) luminosidade forte
b) barulho
c) coceira

17. A qualidade que mais me agrada é:
a) colorido
b) afinado
c) saboroso

18. A característica fundamental em uma peça de teatro é a:
a) iluminação
b) eloquência
c) gesticulação

19. Meu passatempo favorito é:
a) observar o belo
b) ouvir sons harmoniosos
c) dançar ou fazer exercícios

20. O programa que eu escolheria com mais gosto seria:
a) visitar uma exposição
b) ir a um concerto
c) ir a um parque de diversões

Conte quantas vezes você indicou cada letra e passe os totais para o quadro a seguir:

a) VISUAL
b) AUDITIVO
c) CINESTÉSICO

O maior resultado indica seu canal de percepção predominante e o menor mostra em que aspectos você precisa melhorar em sua comunicação.
Fonte do teste: livro A Magia da Comunicação – Dr. Lair Ribeiro – Editora Moderna
www.lairribeiro.com.br

Colaborou nesta matéria: Karen Jardzwski

mensagem

O VENDEDOR DE BALÕES

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidãode jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas...
Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.



Extraído do livro O ENIGMA DO ILUMINADO de Anthony de Mello.

mensagem

Para que Gritar ?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos :
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado ?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar :
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu :
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ?"
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo :

"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

Mahatma Gandhi

mensagem para reunião pedagógica

A estrela do mar


Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
- “Por que está fazendo isso?” perguntou o escritor.
- “Você não vê?” explicou o jovem “A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia”.
O escritor espantou-se:
- “Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma”.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor:
- “Para essa aqui eu fiz a diferença…”
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Faça diferença na vida de alguém hoje. Uma palavra de estímulo, um pequeno elogio é algo que com certeza vai ser importante.

lembrancinha dia das crianças

Civilização

O que tem mais cabimento,

Deslizar na canoa

Pelo rio barulhento

Ou ficar preso

no congestionamento?



O que é menos boboca

morar numa oca

Comendo paçoca

Ou viver rabujento

num apartamento



Qual a melhor cena

crescer numa aldeia

Enfeitado de penas

Ou numa cidade

cheia de antenas?



O que é mais civilizado

Deitar numa rede

E ficar sossegado

Ou correr contra o tempo

Sempre apressado?



O que é mais coerente

Viver no presente

Sempre contente

Ou viver no escuro

planejando o futuro



O que é menos primata

Andar pelado no meio da mata

Ou se apertar

Com um nó de gravata?



O que dá mais arrepio

Tomar banho no rio

mesmo no frio

Ou a assombração

Chamada poluição?



O que é mais desolado,

Um cocar emplumado

E o corpo pintado

Ou ser um cara pálida

Com ar desbotado?



O que é mais sensato

Correr pelo mato

Sem usar sapato

Ou ter chulé

E criar calo no pé?



Responda agora pra valer

melhor parecer,

com os alienígenas

Ou aprender

Com os indigénas!



( Cláudio Fragata)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Cavalinho Branco

À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:

mas há um pedacinho do campo
onde é sempre feriado.

O cavalo sacode a crina
loura e comprida

e nas verdes ervas atira
sua branca vida.

Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos

a alegria de sentir livres
seus movimentos.

Trabalhou todo o dia, tanto!
desde a madrugada!

Descansa entre as flores, cavalinho branco,
de crina dourada!

Cecília Meireles
O Menino Azul
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.

O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
- de tudo o que aparecer.

O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.

E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.

(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)



Cecília Meireles
Teatro: Cinco ovelhinhas

Andrés Guerrero e Ana Guerrero

(lobinho)_ Manhê! Eu não consigo dormir!

(mãe loba) _ Conta ovelhinhas, você vai ver como você dorme logo.

O pequeno lobo pensou...

(lobinho) _ Mas só sei contar até cinco.

E começou a contar...

(lobinho) uma... duas... três...quatro...cinco...

E claro...
Não conseguiu dormir.
Cinco ovelhas
São poucas
Para pegar no sono.

E começou outra vez...

(lobinho) uma... duas... três...quatro...cinco...

E nada!
Não havia jeito.
E começou a contar de novo.

(lobinho) uma... duas... três...quatro...cinco...

Uma e outra vez....

(lobinho) uma... duas... três...quatro...cinco...

De um lado para o outro...

(lobinho) uma... duas... três...quatro...cinco...

Até que...

(lobinho) uma... duas... três...

As ovelhas estavam tão cansadas que não queriam pular mais.

( ovelha 1) _ Olha - mal consigo ficar em pé.
( ovelha 2) _ Não é culpa nossa se você só sabe contar até 5
( ovelha 3) _ Tente algo diferente!
( ovelha 4) _ Se você não consegue dormir, tente comer alguma coisa.
( ovelha 5) _ Quando o estômago não está vazio,dorme-se melhor.

( lobinho) Que boa ideia!

E de uma vez só comeu uma ovelha.

( lobinho) Hummmmm...Na verdade estou com fome.

E com quatro bocadas...
...comeu as outras quatro.

E,de barriga cheia, voltou para cama.

( lobinho) Que bom, agora eu vou dormir!

Mas...
Se cinco ovelhas são poucas para contar,
elas são muitas para um jantar (até demais)
Estava com dor de barriga,
e começou a se revirar na cama.

( lobinho) Mãe! Mãe!

( mãe loba) O que foi filho?

(lobinho) _ Estou com dor de barriga, comi todas as ovelhas.

( mãe loba) Ovelhas? Que ovelhas?
Você estava dormindo!
Você teve um pesadelo.

O pequeno lobo apertou a barriga.
Não doía e até...estava vazia!

(lobinho) _ Estou com fome

E ela trouxe uma xícara de leite com bolachas.

(lobinho) Hummmmm... que gostoso!

Depois se ajeitou no travesseiro e dormiu a noite toda.

E foi assim que as cinco ovelhinhas foram dormir tranquilas.





Apresentamos a seguir duas músicas do CD Acalantos de Bia Bedran

Boi da Cara Preta
Bia Bedran
Boi, Boi, boi
Boi da cara preta
Pega essa menina
Que tem medo de careta

Boi, Boi, boi
Boi do Piauí
Pega esse menino
Que não gosta de dormir
Xô PapãoBia Bedran
Xô Papão, de cima do telhado
Deixa esse menino
Dormir sono sossegado

Minha mãe
Mandou-me à feira
Comprar um vintém de pão
É de noite está escuro
Tenho medo do papão

terça-feira, 13 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aula das crianças sobre o folclore

Trabalhamos durante uma semana as lendas do folclore. Com a ajuda dos pais os alunos apresentaram para os colegas uma lenda e desenvolveram com os mesmos uma atividade.
Foi uma semana rica e prazerosa.




















Agosto de 2011

exposição das esculturas de massinha
oficina de massinha_ lendas do folclore
leitura sobre o boi da cara preta
Oficina: Bicho papão

Os alunos escrevem seu nome com letra cursiva em uma folha de sulfite dobrada ao meio, em seguida recortam o contorno do nome. Aí é só soltar a imaginação e criar seu terrível bicho papão


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Animais do Alasca

O urso é mamífero e se caracteriza por ter um corpo pesado, a cauda curta e as orelhas pequenas e arredondadas. Os ursos são plantígrados (o calcanhar e a planta tocam no solo ao caminhar, como nos seres humanos), e os pés posteriores têm cinco dedos. Embora sejam classificados como carnívoros, as diferentes espécies variam muito em seus hábitos alimentares. Tem caráter solitário e os laços familiares só existem entre a fêmea e suas crias.

Mais em:
http://www.webciencia.com/14_urso.htm#ixzz1WHCVfGbu

Urso polar

Urso pardo



Urso-negro americano