quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Teatro: Dia da avó


S / A / L / V / E / D / I / A / D / O / S / A / V / Ó / S –

atrás de cada cartão estará impressa

S abem por que estamos aqui?
A o vovô e à vovó viemos homenagear:
L ouvamos a Deus por suas vidas,
V amos com todo o carinho os abraçar,
E lês são para nós verdadeiro tesouro!
D ia e noite aos filhos e netos se dedicam,
I ntercedendo a Deus por todos nós.
A mor de Vô e de Vó não tem igual!
D oce ternura vemos no seu olhar,
O caminho certo nos ensinam a trilhar,
S abios conselhos sempre têm para dar.
A o Senhor fazemos hoje esta petição:
V em abençoar todos os vovôs e vovós,
O coração lhes enche de alegria,
S aúde e paz dá-lhes em profusão!



SER AVÓ

Ser avó é sentir felicidade
É conhecer um amor doce, profundo,
É viver de carinho e ansiedade,
É resumir nos netos o seu mundo!
Ser avó é voltar a ser criança,
É fazer tudo pelo neto amado...
É povoar a vida de esperança,
É reviver todinho o seu passado.
Ser mãe é dar o coração, eu creio,
Mas ser avó... que sonho abençoado!!!
É viver de ilusão, num doce enleio,
É viver no neto o amor ao filho amado!

• 1. Qual é o chá?
Qual o chá que se usa na cabeça? (chapéu)
O chá que agasalha ? (xale)
O chá que abre portas? (chave)
O chá da praça? (chafariz)
O chá que é um problema? (charada)
O chá que é um tipo de casa (chalé)
O chá da fábrica? (chaminé)
O chá que fica no campo? (chácara)
O chá que se tem de escolher para votar? (chapa)
O chá que atrai a simpatia/ (charme)

Como está a memória da vovó?

A dirigente diz uma parte de um provérbio popular e algum avô ou avó completa com a outra parte.

Quem não tem cão... caça com gato.
Quando um não quer... dois não brigam.
Quem com ferro fere... com ferro será ferido.
Diga-me com quem andas... e te direi quem és.
Água mole em pedra dura... tanto bate até que fura.
Ri melhor... quem ri por último.
Gato escaldado... tem medo de água fria,
Mais vale um pássaro na mão... do que dois voando.
Quem tem boca... vai à Roma.
Pau que nasce torto... não tem jeito morre torto.
Quem corre cansa... quem não corre alcança.
Antes só... do que mal acompanhado.

Somando os pontos
Chamar à frente os casais de avós presentes e premiar o casal que somar mais pontos nos seguintes itens:
o número de filhos
anos de casamento
botões da roupa (dos dois)
o número de netos
idade de cada um

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Guirlanda de quebra-cabeça



Créditos: Kids indoors

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dado com sucata




Pra começar são necessárias 2 caixas de leite/suco (aquelas com o fundo quadrado).

Meça quantos centímetros tem o fundo da caixa e marque essa mesma medida na altura.

Após marcar todos os lados é só recortar!

Faça o mesmo com a outra caixinha e depois encaixe uma dentro da outra.

Para finalizar, é só encapar com o material que desejar. Alguns faço com papel color set, outros faço com EVA.

O interessante em confeccionar dados é que podemos fazer modelos diferentes do convencional. Por exemplo: para os alunos mais novinhos, que estão começando a trabalhar com contagem, faço dados apenas com 1, 2 e 3 bolinhas (repito duas vezes cada quantidade); para jogos que envolvam cores (como o Jogo do Fantasma) faço com faces coloridas; há os que faço com algarismos ou até mesmo com as bolinhas convencionais, mas com outras configurações.

Creditos: Lá na minha escola

O jogo do castelo



O objetivo desse jogo é conhecer a série numérica, suas regularidades; ler e escrever números. É composto por um tabuleiro em forma de castelo dentro do qual há um quadro numérico ( a professora pode optar por fazer um quadro com menor quantidade) e fichas de E.V.A. para cobrir e descobrir os números de acordo com as problematizações trazidas pela professora. Cada número do quadro corresponde a um quarto do castelo.



A professora deve usar sua criatividade para criar uma história na qual os quartos precisem ser ocupados. Por exemplo, um príncipe que iria se casar e convidou várias pessoas para o casamento, um grande baile que aconteceria no castelo... É só usar a imaginação!

A partir da história contada podem ser criadas diversas situações:
cobrir os números a medida que conta com as crianças quantos quartos há no castelo;
descobrir os números ao realizar essa mesma contagem;
cobrir alguns números e dizer para as crianças que aqueles quartos já estão ocupados, questionando quais seriam;
criar uma história dizendo que algum personagem junto com sua família, ocupou todos os quartos iniciados ou terminados com determinado número;
indicar um determinado número onde algum personagem foi hospedado e solicitar às crianças que localizem.
Enfim, são muitas as situações que podem ser formuladas a partir da história.

Depois de trabalhar bastante com o tabuleiro, a professora pode partir para as atividades em folhas envolvendo o quadro numérico, para completar ou localizar números com as mais diversas problematizações.

Créditos: Lá na minha escola

Jogo do pião





O objetivo desse jogo é que a criança identifique números, relacione à quantidade e avance nos registros numéricos.

Para esse jogo é necessário um tabuleiro,um pião e muitas tampinhas (na foto tem poucas, mas é só para ilustrar... rs).


Esse jogo pode ter vários participantes (mas nunca deixo mais do que 4 juntos porque acaba ficando "demorado" e as crianças ficam sem paciência). Combina-se quantas rodadas terá o jogo (não precisam ser muitas).

Cada jogador, na sua vez, lança o pião sobre o tabuleiro. O número sobre o qual o pião parar representa a quantidade de tampinhas que o jogador deverá pegar.

Em cada rodada o jogador registra a quantidade de tampinhas que pegou podendo ser com risquinhos, bolinhas, ou mesmo com algarismos. No final do jogo cada um precisa contar o total de tampinhas que conseguiu para saber quem venceu o jogo. Nesse momento é interessante incentivar a criança a registrar convencionalmente podendo utilizar a reta numérica para localizar os números que precisa. Contudo, é importante respeitar os registros feitos por cada um.

Créditos: Lá na minha escola

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O aluno perfeito




O aluno perfeito, artigo de Rubem Alves
Ele se chamava Memorioso, pois seus pais julgavam que a memória perfeita é essencial para uma boa educação


Rubem Alves é educador, escritor e colunista da “Folha de SP”, onde publicou este texto:

Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida, e eles esperavam com grande ansiedade o filho que iria nascer.

Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter! Por isso eles haviam rezado muito durante toda a gravidez, chegando mesmo a fazer promessas.

O batizado foi uma festança. Deram-lhe o nome de Memorioso, porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão bem na escola e não têm problemas para passar no vestibular.

E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam. Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que lhes eram ensinadas não faziam sentido. Suas inteligências recusavam-se a aprender. Tiravam notas ruins. Ficavam de recuperação.

Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair raiz quadrada, reações químicas, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas de eventos históricos, nomes de reis, imperadores, revolucionários, santos, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo cultural.

A memória de Memorioso era igual à do personagem do Jorge Luis Borges de nome Funes. Só tirava dez, o que era motivo de grande orgulho para os seus pais.

E os outros casais, pais e mães dos colegas de Memorioso, morriam de inveja. Quando filhos chegavam em casa trazendo boletins com notas em vermelho eles gritavam: "por que você não é como o Memorioso?"

Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele freqüentara publicou sua fotografia em outdoors. Apareceu na televisão como exemplo a ser seguido por todos os jovens.

Na universidade, foi a mesma coisa. Só tirava dez. Chegou, finalmente, o dia tão esperado: a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores. Ganhou medalhas e mesmo uma bolsa para doutoramento no MIT.

Depois da cerimônia acadêmica foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça se aproximou de Memorioso e se apresentou: "Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?" "Pode fazer", disse Memorioso confiante. Sua memória continha todas as respostas.

Aí ela falou: "De tudo o que você memorizou qual foi aquilo que você mais amou? Que mais prazer lhe deu?"

Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz procurando a resposta. Mas aquilo não lhe fora ensinado. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu.

E, de repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua cabeça, enquanto fumaça saia por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Deixou de responder a estímulos.

Depois apagou, entrou em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido estava irreparavelmente danificado.

Há perguntas para as quais a memória não tem respostas . É que tais respostas não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a emoção...

Créditos: Meus trabalhos pedagógicos

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A princesinha que não sabia brincar


Havia numa floresta, uma aldeia cheia de crianças. Elas brincavam descalças e felizes todos os dias. Pegavam cipó e faziam um balanço! Pegavam meia velha e brincavam de bola e queimada! Com o sabugo do milho faziam uma linda boneca! Com restos de galhos fabricavam carrinhos! Os animais eram seus amiguinhos e podia chover ou fazer sol, elas brincavam até cansar!
Na aldeia existia uma professora que dava aula pra todas as séries. Então ela era amiga de todas as famílias e amava seus alunos. Eles eram crianças muito simples, mas faziam as lições de casa com muito capricho!
Perto da aldeia existia um grande e lindo castelo! Era tão grande que chegava a ser maior que a aldeia. Dentro dele morava uma menina que tinha de tudo. Ela tinha uma caixa cheia de brinquedos e toda vez que seus pais iam pra outra cidade compravam mais brinquedos pra ela. Só que não adiantava, ela não brincava e vivia triste sem saber o motivo. É que a menina não conhecia outras crianças e brincava sozinha. Um dia ela adoeceu e chamaram um médico da capital, o melhor médico pediatra. O médico fez todos os exames e viu que o que faltava pra menina eram amiguinhos.
Ninguem pode viver só - disse o médico!
Então os pais da menina resolveram levá-la pra fora pra que ela conhecesse outras crianças!
Quando chegaram à aldeia, ela escutou de longe as gargalhadas das crianças brincando e viu que elas estavam descalças e ficou com nojo (vocês sabem como é cara de nojo?)!
Mas as crianças nem ligaram e convidaram ela pra sentar no chão e brincar de passa anel! Ela achou engraçado e brincou o dia inteiro, pois era sábado e não tinha aula!
Quando voltou pra casa estava tão feliz que contava tudo de uma vez, qual foi a brincadeira que mais gostou, de como foi ajudada a subir em uma árvore, que comeu fruta no pé (alguém aqui já comeu fruta no pé?)! Pois é... La na aldeia tem muitos pés de laranja, banana, mexirica, fruta-do-conde... E a menina era tão rica, mas nunca tinha comido fruta no pé! Foi dormir, mas não conseguia, pois queria voltar lá no domingo pra brincar!
Quando chegou domingo ela acordou bem cedo, se vestiu e logo pediu aos pais se poderia levá-la pra aldeia, mas os pais fizeram ela tomar um café da manhã primeiro! Quando chegou à aldeia, viu que as crianças estavam indo na direção da igrejinha e ficou intrigada porque elas não estavam brincando, seguiu as crianças e foi convidada a entrar e participar da santa missa! Ela não sabia o que era isso (vocês conhecem alguém que não sabe o que é a santa missa?).
O Padre Tenório explicou bem direitinho que “Deus ama quem dá com alegria”
Que quem tem muito deve dividir com aqueles que têm pouco e ela tinha recebido das crianças da aldeia tudo que elas tinham: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, mansidão, amizade, paz, inocência!
Quando acabou a Missa a menina saiu da igreja e foi correndo pro seu castelo, abriu sua caixa de brinquedos e resolveu doar tudo que ela tinha a mais (coloque em uma caixa desenhos de vários brinquedos repetidos pra as crianças sugerirem pra ela doar). Doou bonecas porque ela tinha muitas, jogos, bolas... As crianças da aldeia ficaram felizes e ela também, porque aprendeu o valor da amizade e conheceu a palavra de Deus, se sentia uma criança feliz!

créditos: Blog da tia Paula

Incentive a leitura

Ler é viver a arte, sentir emoções, fazer viagens, conhecer mundos, costumes, cores, paisagens. Questionar e encontrar as respostas, sentir-se no meio de uma multidão, mesmo estando só. Torcer, sofrer e sorrir com os personagens, desbravar matas e conviver com animais, numa aventura sem limites.

A literatura, como qualquer arte, vai além da informação. É também formativa e possui um valor emocional. Literatura cria as emoções e o prazer. Ela é para oportunidades únicas de encontro com o imaginário.

De quem é a responsabilidade do incentivo da leitura? A responsabilidade em estimular o hábito da leitura nas crianças é dos pais e da escola. Temos que entender que gostar de ler não é um dom, mas um hábito que se adquire. Através da leitura as crianças começam a desenvolver o poder da imaginação, reflexão e argumentação.

Qual o resultado para quem gosta de leitura ? Criança que gosta de livro adquire mais rápido criatividade, autoconfiança, senso crítico e facilidade de captar a dinâmica do mundo que a cerca. Assim, desde pequenos associarão leituras a momentos prazerosos, o que funcionará durante os primeiros anos de vida mais ou menos como uma "propaganda para a mente".

Os pais que estimulam a leitura ensinam os filhos a reconhecerem o ambiente onde vivem e a desenvolver atitudes que as influenciarão durante a vida adulta, tais como: confiança, respeito mútuo e compreensão, bases importantes para a adolescência.

Leituras saudáveis produzem leitores seletivos diante da avalanche de informações, e-mails, programas de TV, notícias etc., características comum do mundo contemporâneo, ao mesmo tempo em que expõem as crianças a sentenças complexas e bem estruturadas, forma positiva de ensiná-las a se expressarem bem, tanto ao falar quanto ao escrever. Preparar leitores implica ainda na consideração de alguns pontos essenciais tais como: ler para a criança sem pressioná-la; manter sempre uma atmosfera agradável de cordialidade, descontração e informalidade; saber quando parar de ler, pois cada criança tem seu tempo de concentração; criar expectativas antes de virar a página de um livro com gravuras; dar ênfase à leitura com expressões, gestos, mudança na entonação da voz de maneira a dar vida à história; fazer com que a criança interaja com a leitura; pausar em determinados intervalos perguntando e estimulando a criança a formular respostas bem elaboradas; selecionar livros que transmitam mensagens positivas, estimulantes e que levem à reflexão; procurar sempre locais e momentos calmos.

A atenção a estes lembretes aliados ao bom exemplo dos pais e professores quanto à leitura trará benefícios vitalícios para todos os envolvidos no processo de ensino/aprendizagem de uma criança.

domingo, 11 de dezembro de 2011

sábado, 10 de dezembro de 2011