sábado, 20 de agosto de 2011

Goma para pintura a dedo

4 medidas de água
1 medida de farinha
duas colheres sopa de sabão em pó
corante ou tinta guache

modo de fazer:

Levar ao fogo a água, a farinha e o sabão em pó. Depois que a mistura esfriar, misture o corante ou tinta guache.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A descoberta da joaninha

Dona Joaninha vai a uma festa em casa da lagartixa.

Vai ser uma delícia!

Todos os bichinhos foram convidados...

Dona Joaninha quer ir muito bonita!

Porque, assim, todo mundo vai querer dançar e conversar com ela!

E ela poderá se divertir a valer!...

Por isso, colocou uma fita na cabeça, uma faixa na cintura, muitas pulseiras nos braços e ainda levou um leque para se abanar.

No caminho encontrou Dona Formiga, na porta do formigueiro, e disse:

- Bom dia, Dona Formiga!

Não vai à festa da lagartixa?

- Não posso, minha amiga. Ontem fizemos mudança e eu não tive tempo de me preparar...

- Não tem problema! Tudo bem! Eu posso emprestar a fita que tenho na cabeça e você vai ficar linda com ela! Quer?

- Mas que legal, Dona Joaninha!

Você faria isso por mim?

- Claro que sim! Estou muito enfeitada! Posso dividir com você.

E lá se foram as duas. A Formiga radiante com a fita na cabeça.

Dali a pouco encontraram Dona Aranha, na sua teia, fazendo renda.

Ao ver as duas, a aranha falou:

- Oi! Onde vão vocês duas tão bonitas?

- À festa da lagartixa! Você não vai?

_ Sinto muito! Não posso...tive muitas despesas e sem dinheiro não pude me preparar para a festa!

Não seja por isso! disse a Joaninha - Estou muito enfeitada! Posso bem emprestar as minhas pulseiras...Vão ficar lindíssimas em você!

- Que maravilha! disse a aranha entusiasmada.

- Sempre tive vontade de usar pulseiras nos braços! Dona Joaninha, você é legal demais! Sabia?

E dona Aranha, muito beliz, acompanhou as amigas.

Logo adiante encontraram a taturana. Como sempre, morrendo de calor!

- Oi, Dona Taturana! Como vai?

- Mal! Muito mal com esse calor!...Sabe que nem tenho coragem de ir à festa da lagartixa?

- Ora! Mas para isso dá-se um jeito! disse a Joaninha muito amável. - Poderei emprestar o meu leque.

E lá se foi também a taturana, felicíssima, abanando-se com o leque e encantada com a gentileza da amiga.

Mas, logo depois, deram de cara com a minhoca, que tinha posto a cabeça para fora da terra para tomar um pouco de ar.

- Dona Minhoca não vai à festa? disse a turminha ao passar por ela.

- Não dá, sabe? Eu trabalho demais! Quase não tenho tempo para comprar as coisas de que preciso... E, agora, estou sem ter uma roupa boa para vestir! Sinto bastante! Porque sei que a festa vai ser muito legal! Mas, que se vai fazer...

- Ora, Dona Minhoca - disse a joaninha com pena dela. - Dá-se um jeito...Posso emprestar a minha faixa e com ela você ficará muito elegante!

A minhoca ficou contentíssima! E seguiu com as amigas para a festa.

Dona Joaninha estava tão feliz com a alegria das outras que nem reparou ter dado tudo o que ela havia posto para ficar mais bonita.

Mas, a alegria do seu coração aparecia nos olhos, no sorriso, e em tudo o que ela dizia! E isso a fez tão linda, mas tão linda que ninguém na festa dançou e se divertiu mais do que ela!

Foi então que a Joaninha descobriu que para a gente ficar bonita e se divertir, não é preciso se enfeitar toda.

Basta ter o coração bem alegre, que essa alegria de dentro deixa a gente bonita por fora! E ela conseguiu essa alegria fazendo todo aquele pessoal ficar feliz!

Autora: Bellah Leite Cordeiro
Fonte: Blog - Na Casa Encantada

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO

MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO

(muito boa para amigos e professores)

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12
anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o
excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho
enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde
seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou
pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas
marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e
pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador
imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.



Nunca mais apareceram marcas no espelho!



Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos
resultados.

Por quê?

•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

"O saber a gente aprende com os mestres e os livros.

A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes. "

poesia

Era uma vez…

Uma lagarta envergonhada,

Que pelo chão se rastejava,

E todo mundo debochava:

Que lagarta desengonçada,

Feia e maltratada!

Ninguém, dela, gostava,

As pessoas, ela, assustava.

Pobre Dona Lagarta…

Muito triste ficou,

E sentindo-se desprezada,

Em um casulo se fechou.

E assim…

Passaram-se os dias,

Ninguém, a sua falta, sentia,

Até que em belo cenário,

Enquanto o sol, a vida, aquecia,

E a rosa, o jardim, floria,

Em um galho pendurado,

O casulo se abria.

E uma linda borboleta,

De asas bem coloridas,

O casulo deixou,

Alegrando nossa vida.

E, todos viram o milagre,

Que a natureza preparou,

A feia e envergonhada lagarta,

Na borboleta se transformou.

Já não era desengonçada,

Mas, linda e cheia de graça,

E a todos superou.

Pois, não mais se rastejava,

Pelo contrário, voava,

O céu, enfim, conquistou. (Vera Ribeiro Guedes)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Apresentação dia dos pais


Pai

de Emílio Carlos

(As crianças entram. Cada criança faz uma fala. Outra opção é todas falarem juntas. Enquanto falam elas fazem gestos de mímica que ilustrem o que elas estão falando).

Quando eu era pequenino

Você me segurou

Com suas mãos grandes e fortes

Você me amparou



A luz forte do hospital

Eu abri os olhos meio assim

E naquela hora eu pude ver

Que você sorriu pra mim



Você me levou pra casa

Cuidou da mamãe e de mim

E no meio da madrugada

Vinha sempre olhar pra mim



Quando eu comecei a falar

Eu também te chamava

Dizia “pa” e depois “papa”

Dizia papai e te abraçava



Quando eu comecei a andar

Segurava forte na sua mão

E me equilibrava meio sem jeito

Pra não cair no chão



Na hora em que eu me machucava

Era pra mamãe que eu corria

Mas na hora de fazer farra

Era você que eu queria



A gente já soltou pipa,

Até andou de bicicleta

E se lembra de quando

Eu vesti sua cueca?



Brincou de cavalinho

Jogou bola de montão

E se lembra de quando

Fomos ao parque de diversão?



Nesse dia de alegria

Tenho uma coisa a dizer:

Quando eu crescer

quero ser igual a você.


Créditos: Bala de goma



Marcadores de texto com palito de picolé

Créditos: Gente miúda